Dia a dia

Escolas particulares recebem orientação sobre o Programa Bolsa Família

Manaus está com cerca de cinco mil alunos beneficiários do Bolsa Família que estudam em 195 unidades de ensino privadas – Divulgação/Semed

Representantes de escolas particulares de Manaus que têm alunos beneficiários do Programa Bolsa Família participaram, na manhã desta quinta-feira (19), de reunião promovida pela Secretaria Municipal de Educação (Semed). O encontro teve o intuito de orientar as unidades privadas sobre o preenchimento das frequências, o processo de transferência de estudantes e apresentar o funcionamento do programa.

A Semed é o órgão responsável pelo acompanhamento da condicionalidade da educação do Programa Bolsa Família em Manaus. Este ano, a capital do Amazonas está com cerca de cinco mil alunos beneficiários do Bolsa Família que estudam em 195 unidades de ensino privadas. Para que o benefício seja mantido, é necessário que os estudantes de 6 a 15 anos tenham frequência escolar mínima de 85%, e os jovens de 16 e 17 anos deverão estar presente em 75% das aulas por bimestre.

A coordenadora da Condicionalidade da Educação do Bolsa Família em Manaus, Welciane Jacintho, disse que o evento serviu para fortalecer a relação institucional com as escolas particulares e tirar as dúvidas acerca do Sistema Presença, do Ministério da Educação (MEC). Ela destacou, ainda, que o programa possui três eixos, que são saúde, educação e assistência social, e cabe à Semed a parte educacional com o acompanhamento da frequência do aluno nas unidades de ensino.

“Em 2016, fizemos visitas em todas as escolas particulares e detectamos que algumas faziam a inserção errada das informações. Resolvemos trazê-las até nós para fortalecer esse vínculo e auxiliá-las, já que é um dever da escola dar essa informação para o MEC”, explicou.

A subsecretária de Gestão Educacional da Semed, Euzeni Trajano, informou que o Programa Bolsa Família tem ajudado no combate à evasão escolar e lembrou que a frequência é essencial para o processo de aprendizagem dos estudantes.

“Nós, como educadores, temos uma grande missão e essa missão é proporcionar conhecimento, pois ele transforma e salva vidas. O monitoramento da frequência não é para punir, mas para fazer com que de fato a educação dessas pessoas que recebem o benefício aconteça de forma integral”, destacou.

Com informações da assessoria

1 Comment

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  1. Aldo Sousa

    20 de janeiro de 2017 at 18:05

    Acho isso muito errado pois quem tem direito sao famílias de baixa renda .

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