Dia a dia

Equipe manauense de robótica fica em 34º de 120 participantes da Liga Lego

       Estudantes amazonenses na final do First Lego League (FLL), na Dinamarca – Fotos: divulgação

A primeira equipe de robótica da rede municipal de ensino de Manaus voltou para casa com um resultado expressivo na First Lego League (FLL) Open European Championship 2017, realizado na Dinamarca. Dos 120 times, o amazonense ficou em 34º colocado. Um feito para Daniel, Laís, Pedro, Sâmila e Thiago, alunos da escola municipal Jorge Rezende Sobrinho, do São José, zona Leste.

Detalhe: fomos a única escola municipal brasileira na competição internacional. A equipe Invictus recebeu a oportunidade de participar do torneio após vencer outras 75 equipes brasileiras em um torneio nacional. Além da escola Jorge Rezende, participavam outras cinco escolas públicas.

Nossa equipe é formada pelos estudantes Daniel Ribeiro, 16, Laís Sampaio, 14, Pedro dos Santos Oliveira, 15, Sâmila Magalhães, 14, Thiago Michiles, 15. Além deles, viajaram para o evento, os professores Grasielle Souza e Oswaldo Fernandes, gestor da escola.

             Os estudantes trocaram conhecimento com alunos de outros países

Primeira viagem

Aos 16 anos, o aluno Daniel Ribeiro fez sua primeira viagem internacional. Ele nunca imaginava viajar tão longe. Mas ao chegar, falou sobre a experiência de ter o contato de estar com crianças de outras partes do mundo e aprender um pouco mais das outras culturas.

“Nunca imaginávamos que iríamos sair do país, ainda mais para conhecer um país europeu considerado um dos mais honestos do mundo. Foi uma importante experiência, inclusive de vermos os times de outros países, com outros idiomas, outras línguas, de poder falar inglês, espanhol e ter esse contato com pessoas de outras culturas. Foi incrível”, comemorou o estudante.

              Alunos foram acompanhados da professora e do gestor da escola

Projeto Sauim
A equipe Invictus desenvolveu um game educativo que tem como personagem principal o Sauim de Coleira. O projeto foi desenvolvido para chamar a atenção das crianças e jovens sobre o animal que só existe nas matas de Manaus, Rio Preto da Eva e Itacoatiara e corre risco de extinção. Segundo o diretor da escola, o desafio do robô 213 na mesa de competição, e o designer do game, foram o diferencial no projeto apresentado no exterior.

Preparação
Antes da viagem os alunos passaram por uma preparação intensiva, que incluiu aulas de inglês oferecidas por uma parceria entre o Instituto Cultural Brasil Estados Unidos (Icbeu) e Secretaria Municipal de Educação (Semed).

Ano que vem novos alunos da rede municipal devem voltar a competição. Pelo menos essa é a aposta do diretor Oswaldo Fernandes, que uma nova equipe de robótica já está sendo formada, com alunos entre 12 e 13 anos, já inscritos na Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), que acontece em Curitiba.

“É uma realização muito grande quando a gente consegue que a escola seja um suporte para que os alunos possam ter uma ascensão social ou até mesmo conhecer outros lugares, como foi o caso”, comemorou Fernandes.

Com informações da assessoria

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