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Encontrado no rio Negro braço humano supostamente pertencente a jovem esquartejada em Manaus

A mulher foi reconhecida por um irmão, pelas tatuagens que tinha no tronco- foto: Ana Sena

A mulher foi reconhecida por um irmão, pelas tatuagens que tinha no tronco- foto: Ana Sena

Mergulhadores do pelotão fluvial do Corpo de Bombeiros resgatam, por volta das 7h5 da manhã deste domingo (8), um braço humano boiando no rio Negro próximo ao Porto Privatizado de Manaus, popularmente conhecido como Rodway, no Centro da Capital.

Suspeita-se que o membro seja de Ana Carolina Nascimento dos Santos, 18, morta e esquartejada em data desconhecida, e que teve parte do corpo encontrado na manhã da última quarta-feira (4), na bacia do São Raimundo, proximidades com a ponte da Glória, Zona Oeste de Manaus.

De acordo com a assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros, o braço humano foi avistado por um popular que não teve a identidade revelada. Ele foi quem chamou o pelotão fluvial e indicou o lugar.

Chegando ao local, os mergulhadores recolheram o braço e o encaminharam ao Instituto Médico legal (IML), onde deverá passar por exame de DNA para confirmar se pertence mesmo à estudante.

Entenda o caso
Quando foi encontrada, a vítima estava sem os braços, as pernas e sem cabeça, apresentando várias perfurações de faca nas costas, peito e coxas. Seu corpo foi avistado por populares boiando nas margens do igarapé. O pelotão fluvial também deu assistência no caso.

Conforme a polícia, a jovem estava sendo procurada desde a última segunda-feira (2), após seu pai ter registrado Boletim de Ocorrência (B.O.) no 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP). O homem relatou ter recebido uma ligação anônima, informando que sua filha teria sido esquartejada e jogada nas águas.

Ainda segundo os relatos, a moça teria saído de casa na segunda com umas amigas para uma casa de forró. Nas primeiras buscas, a equipe encontrou vestígios da vítima, como cabelo e um lençol, próximos a um posto de bombeiros no Zumbi, Zona Leste.

Ainda segundo familiares, a vítima tinha um bebê de dois meses, morava na travessa Wilson, Novo Aleixo, Zona Norte, e não possuía envolvimento com tráfico. Porém, Ana Carolina estava sendo ameaçada de morte por uma ‘ex-amiga’. Os familiares não souberam informar o porquê das ameaças.

Por equipe EM TEMPO Online

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