Dia a dia

Empresário suspeito de participar do assassinato do prefeito de Maraã é solto

Os três suspeitos de participar do assassinato do prefeito de Maraã foram encaminhados para a cadeia pública desembargador Raimundo Vidal Pessoa - foto: Ione Moreno

Aldemir Alves  foi solto nesta sexta-feira (20) e os outros dois suspeitos de participar do assassinato do prefeito de Maraã continuam detidos na cadeia pública desembargador Raimundo Vidal Pessoa – foto: Ione Moreno

O empresário do  ramo de combustível Aldemir Alves Praiano, 40, suspeito de participar do assassinato do prefeito de Maraã (a 615 quilômetros de Manaus), Cícero Lopes da Silva, 56, foi solto nesta sexta-feira (20). O pedido de liberdade foi aceito pela desembargadora do Tribunal de Justiça do Amazonas (Tjam), Carla Reis.

No pedido, a desembargadora concedeu a liberdade provisória, desde que o suspeito cumpra algumas medidas cautelares. Caso ele descumpra alguma das exigências, será decretado um novo pedido de prisão preventiva.

Entre as medidas, estão a proibição de ausentar-se da Comarca de Manaus sem autorização do juízo; comparecimento pessoal, mensal e obrigatório para justificar suas ocupações e para apresentar comprovante de residência, mediante assinatura do termo; proibição de manter contato com os demais averiguados, por circunstâncias relacionadas ao fato delituoso; recolhimento domiciliar no período noturno e nos dias de folga.

Aldemir foi detido junto com os também suspeitos do crime, o primo do vice-prefeito de Maraã, Lázaro Moraes Assis, 40, e Marcos Aleksandro Praiano da Silva, 25, por meio de mandado de prisão preventiva, expedidos no dia 4 de março, pelo juiz da Comarca do município, Diego Brum Legaspe Barbosa. O homem foi transferido para Manaus no dia 5 de março e estava preso na Cadeia Raimundo Vidal Pessoa, no Centro, desde então.

Lembre o caso

O prefeito de Maraã, Cícero Lopes da Silva (PROS), foi assassinado com um tiro nas costas, por volta de 19h30, do dia 28 de fevereiro deste ano. O caso ocorreu próximo a Escola Estadual Benta Solart.

Segundo a polícia, a motivação do crime foi por conta de uma dívida do prefeito com o empresário Aldemir Alves, no valor de R$ 40 mil. O suspeito prestava serviços para a prefeitura municipal por meio da comercialização de combustível.

Por equipe EM TEMPO Online

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