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Embriagado, homem morre atropelado após se jogar na frente de táxi, na Zona Oeste

O corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML) - foto: Josemar Antunes

O corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML) – foto: Josemar Antunes

Um atropelamento resultou na morte de um homem, na noite deste domingo (6),por volta das 22h45, no sentido bairro-centro, em frente ao condomínio Jardim Santorini, na avenida do Turismo, bairro Tarumã, Zona Oeste de Manaus.

O homem, não identificado foi atingido por um táxi Palio Weekend, de placa NOX-3060, e morreu na hora.
O aspirante Afonso Júnior, da 19ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), informou que o condutor do táxi trafegava na via com um casal de passageiros, quando o homem, que tinha sinais de embriaguez, surgiu na frente do veículo, sendo inevitável o atropelamento.

Pedro Oliveira da Silva, 38, conduzia o táxi na faixa da pista da esquerda, quando atingiu o homem. Após o acidente, o taxista acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas a vítima não resistiu aos ferimentos.

“O homem simplesmente se jogou na frente de veículo, ainda tentei desviar, mas infelizmente não deu pra evitar a colisão”, declarou o taxista.

O comerciante Raimundo Perdigão Paz, 50, proprietário de um lanche localizado na avenida, confirmou que o homem caminhava visivelmente embriagado e ameaçava atravessar a pista.

“A minha esposa ainda chegou a falar para o homem ter cuidado, mas ele ignorou o conselho e acabou sendo atropelado”, comentou.

De acordo com a perícia criminal, a vítima sofreu várias fraturas pelo corpo como cabeça, tórax, mãos e pernas.
O homem tinha aparentemente entre 33 a 36 anos, 1,7 metro de altura, trajava uma camisa na cor azul e bermuda jeans. Além disso, a vítima possuía uma tatuagem nas costas com o nome de ‘Marinéia’.

O corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML) para exames de necropsia e posteriormente para identificação de familiares.

O condutor do táxi foi conduzido ao 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde caso foi registrado e deve responder por homicídio culposo, quando não tem a intenção de matar.

Por Josemar Antunes

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