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Em passeata, moradores da invasão ‘Cidade das Luzes’ protestam por melhorias na comunidade

Eles cobram do governador José Melo a urbanização da área, como asfaltamento de ruas e os serviços de água e energia elétrica - foto: Cecilia Siqueira

Eles cobram do governador José Melo a urbanização da área, como asfaltamento de ruas e os serviços de água e energia elétrica – foto: Cecilia Siqueira

Aproximadamente 600 moradores da invasão Cidade das Luzes, localizada no ramal Anaconda, bairro Tarumã, Zona Oeste da cidade, realizam na tarde desta terça-feira (3) uma manifestação por melhorias na localidade.

Eles saíram da frente da sede do governo, na Compensa, Zona Oeste, onde cerca de 200 estão acampados há vários dias, e seguiram em passeata pela avenida Brasil, segundo até à frente da Prefeitura de Manaus, onde contornaram e seguiram pelo lado oposto da via em direção ao até o Ministério Público do Estado (MPE), na avenida Coronel Teixeira, Ponta Negra, mesma zona. O trânsito ficou congestionado.

O grupo continua reivindicando melhorias na qualidade de vida na comunidade, que ocupa um terreno invadido, porém até o momento não tiveram a solicitação atendida.

Os invasores estavam deste do dia 26 de outubro acampados em frente à sede do governo do Estado. Eles cobram do governador José Melo a urbanização da área, como asfaltamento de ruas e os serviços de água e energia elétrica.

Hoje pela manhã, o grupo realizou uma nova manifestação em frente à Casa Civil, porém segundo um dos líderes da manifestação, Fábio Barbosa, foram ameaçados pela polícia, segundo quem, caso não saíssem ‘por livre espontânea vontade’, teriam que ser retirados a força.

“Para evitar um confronto com a polícia, resolvemos sair do local e fazer uma passeata, mas vamos voltar para a sede o governo. Só vamos deixar o local definitivamente quando tivermos uma resposta positiva do Melo”, disse o invasor.

Agentes do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans) foram enviados ao local para tentar amenizar os transtornos para os motoristas que precisam trafegar pela avenida.

Por Mara Magalhães

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