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Em manhã de sete índices olímpicos, Etiene bate recorde nos 100 m livre

A ficha ainda não caiu, foi um tempo sensacional", comentou Etiene - foto: divulgação/Danilo/brasil2016.gov.br

A ficha ainda não caiu, foi um tempo sensacional”, comentou Etiene – foto: divulgação/Danilo/brasil2016.gov.br

Sete índices olímpicos foram conquistados na manhã desta sexta-feira (18) na seletiva da natação nacional disputada em Palhoça, em Santa Catarina.

Nos 100 m livre feminino, Etiene Medeiros registrou 54s26, novo recorde sul-americano e 17 centésimos mais veloz do que a marca padrão estabelecida pela CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos).

“Eu fiquei sem reação na hora que vi o resultado, estou muito feliz. A ficha ainda não caiu, foi um tempo sensacional”, comentou.

A pernambucana, que tem na prova dos 50 m livre -que ocorre neste sábado (19)- sua prioridade de classificação, afirmou que não esperava ser tão rápida. “Eu vim com o pensamento de nadar bem essa prova para participar do revezamento no Rio.”

Por ora, ela detém vaga na distância para disputar os Jogos Olímpicos do próximo ano. Etiene nadará novamente a prova na parte da tarde, a partir das 17h30.
Chuva de marcas e Cielo fora

Os 100 m livre masculino tiveram quatro atletas abaixo do índice nesta manhã: Nicolas Oliveira (48s41), Matheus Santana (48s71), Marcelo Chierighini (48s85) e Alan Vitória (48s96) -a marca padrão era 48s99.

Os dois primeiros largam na frente pela disputa da vaga olímpica, mas pode haver alteração na listagem uma vez que a distância será disputada outra vez à tarde.

A frustração ficou por conta de Cesar Cielo. Atual recordista mundial da prova (46s91), o paulista nadou para 49s55 e não conseguiu vaga para nadar novamente na sessão vespertina.

Nos 200 m medley, Henrique Rodrigues (1min58s26) e Thiago Pereira (1min58s32) também obtiveram índices.

Até agora, já foram obtidos 18 índices individuais por nadadores do país.

Regulamento

Além desta primeira seletiva em Palhoça, haverá uma segunda e definitiva no Troféu Maria Lenk, em abril, no Rio.

O Brasil tem direito a levar dois representantes por prova e classificam-se os dois nadadores com melhores tempos dentro do índice.

Por Folhapress

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