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Em Manaus, operação de combate à poluição sonora autua e apreende equipamentos em 11 bares

A maioria dos estabelecimentos autuados está situada nos bairros Vila da Prata, Alvorada e Compensa - foto: Erlon Rodrigues/PC-AM

A maioria dos estabelecimentos autuados está situada nos bairros Vila da Prata, Alvorada e Compensa – foto: Erlon Rodrigues/PC-AM

Onze estabelecimentos comerciais tiveram equipamentos de som apreendidos durante operação ‘Mdina 2’ deflagrada na noite de sexta-feira (11) e madrugada deste sábado (12) em Manaus. A ação foi realizada pela Prefeitura de Manaus com apoio de órgãos da segurança pública do estado.

A maioria dos estabelecimentos autuados está situada nos bairros Vila da Prata, Alvorada e Compensa. Os bares tiveram mesas e caixas de som apreendidos. Eles também foram multados no valor de R$ 4,7 mil, equivalentes a 51 Unidades Fiscais do Município (UFMs).

Alguns dos empreendimentos receberam autos de interdição. Um bar, localizado no Centro da capital, foi notificado a dar início ao processo de licenciamento ambiental.

De acordo com o Departamento de Fiscalização da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), as operações irão se intensificar, visando a paralisação do uso dos equipamentos sonoros com multas para quem insiste em desobedecer às determinações da fiscalização.

Além da Semmas, a ação contou com o apoio da Polícia Civil do Amazonas, por meio de servidores lotados na Delegacia Especializada em Meio Ambiente (Dema), e agentes da Força Tática da Polícia Militar do Amazonas.

Segundo o delegado titular da Dema, Samir Freire, a iniciativa visa dar continuidade à primeira edição da operação, deflagrada no último dia 7 de outubro deste ano, em distintas áreas da capital.

Na ocasião, os proprietários de 12 bares foram notificados para comparecer à Semmas, a fim de obterem, junto ao órgão, as licenças pendentes para funcionamento.

“São muitas denúncias feitas por moradores próximos desses bares a respeito da poluição sonora. Demos cumprimento a requisições feitas pelo Ministério Público do Amazonas (MP-AM), de que esses estabelecimentos tenham alvará de funcionamento e licença ambiental para funcionamento de som, caso contrário, seriam impedidos de reproduzir sons, especialmente em área residencial”, argumentou Samir Freire.

Com informações da assessoria

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