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Em Manaus, diretores do Sinpol-AM acampam em frente à sede do governo, na Compensa

Diretores do Sinpol-AM, pretendem ficar acampados até obter posicionamento do Governo

Diretores do Sinpol-AM, pretendem ficar acampados até obter posicionamento do Governo Foto: Divulgação

Ao menos vinte diretores do Sindicato da Polícia Civil do Amazonas (Sinpol-AM) estão acampados em frente à sede do governo do Estado, situado na avenida Brasil, bairro Compensa, Zona Oeste de Manaus, para cobrar a promoção de classes de trabalho, reajuste de auxílio-alimentação, entre outras reivindicações. Eles querem chamar a atenção do governo e sensibilizar para a causa.

De acordo com o presidente do Sinpol-AM, Moacir Maia, os servidores aguardam o posicionamento do governo em relação às reinvindicações cobradas. “Queremos ser recebidos pelo governo para analisarmos as possibilidades de reajuste do vale-alimentação, a promoção das classes de trabalhos de delegados, investigadores, peritos e escrivães, além da data-base, estimada em 8%”, disse.

O sindicalista informou que o valor do vale-alimentação não é reajustado há mais de uma década. “Hoje recebemos R$ 220 de vale,que não tem reajuste desde 2005. Queremos que esse valor suba, ao menos, para R$ 600”, disse.

O grupo está acampado em frente à sede do governo desde às 11h desta segunda-feira. Os manifestantes informam que pretendem ficar no local até que sejam recebidos ou até que um posicionamento seja dado à categoria.

Em nota, o governo do Estado informou que até o momento, nenhum manifestante acampado apresentou solicitação para audiência ou protocolizou qualquer documento com reivindicações e que o governo do Amazonas sempre esteve aberto às demandas de seus servidores e que poderia analisá-las.

Greve
O presidente do Sinpol-AM, Moacir Maia, informou na tarde desta segunda-feira que pretende ficar acampado em frente à sede do governo até o fim desta semana e que, caso não recebido, uma greve poderá ser deflagrada na corporação.

Uma assembleia está prevista para acontecer e cerca de 70% dos trabalhadores devem aderir à paralisação, segundo o sindicalista, caso não sejam atendidos durante essa semana. Investigadores, delegados, escrivães e peritos estão entre os cargos previstos para paralisar.

“A greve é um instrumento legal que toda categoria tem direito, mas é preciso que ao menos 30 % da categoria continue trabalhando, só dependemos de uma resposta do governo”, informou o presidente.

 

Por Luis Henrique Oliveira

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