Economia

Em Manaus, calor ‘aquece’ a produção de condicionadores de ar

Com a produção de condicionadores de ar aquecida, o comércio amazonense se anima também, pois espera um aumento nas vendas desses produtos durante o período de fim de ano, em especial, para o Natal - foto: Ione Moreno

Com a produção de condicionadores de ar aquecida, o comércio amazonense se anima também, pois espera um aumento nas vendas desses produtos durante o período de fim de ano, em especial, para o Natal – foto: Ione Moreno

Com o sinal de retomada econômica para o segundo semestre deste ano, a indústria dos segmentos de ventiladores e condicionadores de ar apostam na recuperação. A categoria de clima e bem-estar do mercado de eletrônicos e eletroportáteis vem de uma queda no faturamento de 8,3%, em 2015, sem recuperação nos primeiros seis meses deste ano, puxado pelo menor volume de vendas de condicionadores de ar, de acordo com dados da consultoria GFK Brasil.

De acordo com o presidente da Eletrolar Show, Carlos Crul, no início do segundo semestre a indústria brasileira lançou uma série de produtos, como uma forma de buscar a recuperação no cenário de crise econômica do Brasil.

Para ele, as grandes apostas para o novo período que se inicia estarão concentradas no segmento de climatização, com condicionadores de ar e ventiladores, bem como a linha branca, eletroportáteis e toda a gama de smartphones.

A Ventisol da Amazônia, que é produtora de ventiladores do Polo Industrial de Manaus (PIM), há três anos começou a apostar também na produção da sua linha de condicionador de ar split, com o lançamento da marca Agratto.

Segundo o gerente de marketing da companhia, Jeter Silva, de baixo custo, os aparelhos são a grande aposta da Ventisol para a temporada de verão que começa no início do segundo semestre, na Região Norte, e em dezembro nas demais regiões.

De acordo com Jeter, hoje a linha de fabricação de condicionador de ar, em Manaus, é a mais nova planta industrial na América Latina internacional da Ventisol, numa área de 15 mil metros quadrados, no Distrito Industrial 2. “Já estamos com capacidade máxima para este ano. A nossa produção industrial andou num momento em que o próprio segmento de condicionador de ar está em baixa. Como a Ventisol é vendida em mais de 40 mil pontos de vendas no Brasil, alguns clientes apostaram no nosso projeto”, afirma.

Por Emerson Quaresma

 

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