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Em Juruá, homem se entrega à polícia após agredir o filho de um ano

A criança foi transferida para o Hospital Infantil João Lúcio (Joãozinho), na Zona Leste, onde deu entrada às 13h deste sábado (11) com histórico de traumatismo craniano por agressão física - foto: divulgação

A criança foi transferida para o Hospital Infantil João Lúcio (Joãozinho), na Zona Leste, onde deu entrada às 13h deste sábado (11) com histórico de traumatismo craniano por agressão física – foto: divulgação

Um mototaxista de 27 anos se entregou à polícia na noite deste domingo (12), por volta de 20h, após agredir fisicamente o filho de um ano e um mês. O crime aconteceu no município de Juruá (a 674 quilômetros de Manaus).

De acordo com a polícia, o homem estava sob o efeito de bebida alcoólica e se irritou ao ver que o bebê tinha feito cocô na cama. O pai espancou a criança com um chinelo.

Ainda conforme a polícia, a mãe – que é separada do agressor – percebeu que a criança estava com hematomas pelo corpo e, em seguida, levou o filho para um hospital do município. Em depoimento, a mulher relatou que o homem fica com o menino nos fins de semana.

Devido à gravidade dos ferimentos, a criança foi transferida em uma aeronave atapetada com Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para o Hospital Infantil João Lúcio (Joãozinho), localizado na Zona Leste da capital, onde deu entrada às 13h deste sábado (11) com histórico de traumatismo craniano por agressão física.

Ao saber que o filho estava em estado grave, o suspeito se dirigiu ao 70º Distrito Integrado de Polícia (DIP) do município, onde confessou o crime. Ele foi autuado por lesão corporal e mãos tratos e permanece na carceragem da delegacia de Juruá, onde aguarda a decisão da Justiça.

Segundo informações da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (Susam), o menino passou por avaliação de um neurocirurgião e realizou uma tomografia – que não evidenciou sangramentos internos ou fraturas. Após o período de observação, a vítima teve alta às 18h30 deste domingo (12). O caso foi encaminhado ao Conselho Tutelar.

Por Mara Magalhães

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