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Em greve, professores da Ufam fazem ato em favor das negociações com o MEC

O ato ocorreu na entrada do Campus Universitário, na avenida General Rodrigo Otávio, Coroado, Zona Leste - foto: divulgação/ADUA

O ato ocorreu na entrada do Campus Universitário, na avenida General Rodrigo Otávio, Coroado, Zona Leste – foto: divulgação/ADUA

Aproximadamente 60 pessoas, entre professores, técnicos-administrativos e estudantes da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), realizaram na manhã desta terça-feira (23) um ato público referente para marcar a abertura das negociações entre o Ministério da Educação (MEC) e as categorias em greve, que acontecerá na tarde dessa terça-feira (23), em Brasília (DF).

O ato ocorreu na entrada do Campus Universitário, na avenida General Rodrigo Otávio, Coroado, Zona Leste.

O encontro do MEC com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) acontece por volta das 14h, em Brasília (DF). No encontro serão discutidas as reivindicações dos docentes federais, em greve nacional desde 28 de maio e na Ufam desde o dia 15 de junho.

De acordo com o professor da universidade, Marcelo Seráfico, o ato foi realizado com objetivo de relembrar as reivindicações feitas pela categoria.

“A única saída que temos é fazer manifestações para poder chamar a atenção do governo federal. Agora temos que esperar para ver se essa negociação realmente vai acontecer e esperar o resultado”, disse Seráfico.

As reivindicações feitas pelos docentes são sobre melhorias nas condições de trabalho, valorização salarial, garantia da autonomia universitária, além do corte de R$ 10 milhões feitos recentemente pelo governo federal.

Ainda de acordo com o professor, os alunos não ficarão prejudicados pela greve, pois foi encaminhado um documento a reitoria da universidade solicitando a suspensão do calendário acadêmico deste do inicio da greve.

“Não tem risco de cancelamento do período, depois da negociação, os alunos voltarão às atividades e vamos repor as aulas que foram perdidas, por motivo da greve”, finalizou o professor.

35 seções sindicais docentes, em 21 estados brasileiros aderiam a greve.

Por Mara Magalhães (especial EM TEMPO Online)

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