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Em ação de combate e prevenção, Semsa utiliza pastilha para matar larvas do mosquito Aedes Aegypt

O biolarvicida Espinosade é uma pastilha que dissolvida dentro de recipientes com água parada, pode matar as larvas do mosquito - foto: Márcio Melo

O biolarvicida Espinosade é uma pastilha que dissolvida dentro de recipientes com água parada, pode matar as larvas do mosquito – foto: Márcio Melo

Uma ação de prevenção e combate ao Aedes Aegypti foi realizada na manhã desta segunda-feira (18), no bairro Jorge Teixeira 1ª etapa, Zona Leste, utilizado uma nova arma de eliminação: o biolarvicida Espinosade, uma pastilha que, dissolvida dentro de recipientes com água parada, pode matar as larvas do mosquito.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), o bairro escolhido lidera as estatísticas de infestação e de registro de casos.

A chefe do Núcleo de Controle da Dengue em Manaus, Rute Alexandre, disse que o projeto é um plano piloto que deverá ocorrer primeiro no bairro Jorge Teixeira, onde foi constatada há maior incidência de casos. “A infestação nessa área é muito alta. É onde se concentra o maior foco do mosquito. Diante disso, estamos utilizando uma nova alternativa de combate, o uso do espinosate, um novo biolarvicida. São partilhas que devem ser colocadas em depósitos de água domésticos desprotegidos, ao nível do solo” informou.

Rute informou, que após dois meses, será avaliado a eficiência da pastilha. Caso seja verificado uma diminuição no número de casos, os trabalhos poderão ser realizados em outras zonas da cidade. “Por enquanto o projeto atenderá somente o Jorge Teixeira. Não foi traçado um planejamento para outros bairros. Se tivermos um resultado positivo é possível que o projeto contemple outras regiões da capital”, disse.

Ação

A ação ocorreu no início da manhã dessa segunda-feira, por volta das 8h30. Os agentes da Semsa foram divididos em equipes de cinco para realizar as visitas nas residências. Em casas onde foram encontrados recipientes com água parada, foram dissolvidas as partilhas para matar os possíveis criadouros.  “Colocamos uma partilha a cada 200 litros de água, o efeito pode durar até 90 dias. Mesmo que o morador faça limpeza do recipiente não irá alterar ou interferir na ação, explicou o agente de saúde Otavio Silva.

A dona de casa Nazaré Menezes, 29, moradora da Rua das Orquídeas, no Jorge Teixeira, disse que considera de suma importância adotar os cuidados de prevenção. “ Não basta só o trabalho dos órgãos de saúde, cabe a nós como moradores seguir as orientações para prevenir o mosquito. Eu sempre recomendo minha família a contribuir com esse trabalho”, disse. Não deixamos água parada em recipientes nem garrafas emborcadas no quintal. Acho que essa nova alternativa, vem somar aos outros meios de prevenção. As portas da minha casa sempre estão abertas para receber os trabalhos dos agentes “, disse.

 

Por Bruna Amaral

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