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Eduardo Braga volta para o Senado

Eduardo Braga entregou o cargo de ministro de Minas e Energia após conversar com a presidenta Dilma - foto: divulgação

Eduardo Braga entregou o cargo de ministro de Minas e Energia após conversar com a presidenta Dilma – foto: divulgação

Após o pedido de demissão de Eduardo Braga (PMDB) do Ministério de Minas e Energia à presidente Dilma Roussef (PT), na última quarta-feira (13), o peemedebista voltará a atuar Senado. O pedido de exoneração foi publicado hoje (22) no Diário Oficial e, com isso, a suplente, Sandra Braga, deixa o cargo de imediato.

“Foi para mim uma honra assumir a suplência de Eduardo Braga e representar o Amazonas no Senado Federal, para que meu marido pudesse servir nosso Estado e o Brasil no Ministério de Minas e Energia. Como a edição de hoje do Diário Oficial da União traz a demissão a pedido de Eduardo, minha saída do Senado Federal é imediata. Pelas regras vigentes na Casa, a volta do titular da cadeira de senador é automática”, disse Sandra Braga.

Sandra elogiou a atuação de Braga no Ministério de Minas e Energia, e disse que “o risco de apagão virou passado, a bandeira tarifária que encarecia a conta de luz acabou e o setor elétrico tornou-se atrativo aos olhos do investidor”.

Eduardo Braga entregou o cargo de ministro de Minas e Energia após conversar com a presidenta Dilma. A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do Ministério.

Além de Braga e Barbalho, o deputado Celso Pansera, que também é do PMDB e deixou o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação para votar contra o impeachment, não retornou ao cargo. O deputado Mauro Lopes, ex-ministro da Aviação Civil, votou favoravelmente ao impeachment e por isso também não reassumirá a pasta.

Nos últimos 15 meses, o ministro Eduardo ampliou, modernizou e melhorou os serviços prestados aos brasileiros e aos amazonenses em particular. A oferta de energia no Amazonas aumentou em 30% e somente nesta última entrega de 159 geradores de energia, a 91 comunidades do interior, 1 milhão e 600 mil amazonenses foram beneficiados.

Um dos principais aliados do vice-presidente Michel Temer, o ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves deixou o cargo um dia antes de o PMDB decidir deixar a base de apoio ao governo, no final de março. Na ocasião, o partido determinou que os ministros filiados ao partido deixassem o cargo.

Com informações da assessoria

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