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Veículos terão reajuste de preços a partir de janeiro

O aumento se dará por conta da elevação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a partir do ano que vem – foto: Alberto César Araújo
 
O amazonense que planeja comprar um carro em 2014 vai precisar refazer os cálculos, pois o preço dos veículos estará, no mínimo, 2,2% mais caro no próximo ano.

A projeção do mercado se deve ao repasse que as concessionárias deverão fazer para o consumidor em função do reajuste que o governo concederá para o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), previsto para ocorrer a partir de janeiro e em 1.º de julho de 2014.

“Haverá um aumento escalonado no preço dos carros devido ao IPI, que será repassado para o consumidor final”,  afirmou o presidente do Sindicato dos Veículos Automotores do Estado do Amazonas (Sicodiv), João Braga Neto.

Na avaliação de especialistas, o cliente precisará tomar alguns cuidados ou, até mesmo fazer um novo planejamento, para não ficar no prejuízo.

Para o educador financeiro, Reinaldo Domingos, quem já havia poupado para comprar à vista, a solução é negociar com os valores do IPI antigo. Caso as concessionárias não cedam ao diálogo, o consumidor terá então que refazer os cálculos para minimizar as perdas com a diferença a mais que desembolsará para ter um carro zero quilômetro.  

Segundo o especialista, as pessoas que estão endividadas não devem “nem pensar em comprar um veículo nesse momento”. Para os que estão equilibrados financeiramente, o momento é de cautela para não agir por impulso ao achar que por não possuírem dívidas, podem adquirir um novo automóvel.

Insatisfação
O aumento no preço dos carros importados não “mexeu” apenas com o bolso do consumidor amazonense. Cansada do que classificou como “tributação discriminatória” por parte do governo brasileiro, a União Europeia (UE) ingressou, semana passada, com uma consulta na Organização Mundial do Comércio (OMC) para verificar se o Brasil infringiu as regras que regem as transações comerciais entre os países.  

Conforme o bloco europeu, o Brasil teria ampliado de forma ilegal os casos de taxação de produtos para conceder incentivos às indústrias nacionais em detrimento da concorrência estrangeira, em particular, para os eletroeletrônicos produzidos na Zona Franca de Manaus (ZFM) e, em especial, à indústria automobilística.

Para o presidente do Sicodiv, João Braga Neto, a “queda de braço” entre o Brasil e a EU, causada pela concessão de incentivos à indústria nacional, não é o fator principal que determinará a melhora nas vendas do setor.  

De acordo com o empresário, o governo brasileiro precisa acabar com a insegurança em relação ao IPI com a adoção de uma política tributária estabilizada e a implantação de medidas que facilitem a concessão do crédito para o cliente.
 
“Hoje, há uma instabilidade que afeta não só o mercado, mas também o próprio consumidor”, observou.

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