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‘Costuras’ para exploração de potássio ganham força

Investidores receberam sinal verde do governador Omar para explorar a silvinita – foto: Josimar Oliveira
 
Grupos de mineração interessados em investir na exploração da silvinita (potássio) receberam sinal verde da Potássio do Brasil – empresa que explora as jazidas do minério no Amazonas – para aplicar recursos na estruturação da mina subterrânea a ser instalada no município de Autazes até 2018.

Uma reunião, entre a empresa, o governador do Estado Omar Aziz, acionistas do Canadá (Forbes e Manhatan), da Austrália (Sentient) e também investidores locais (grupo Fogás e grupo Simões) definiu, na semana passada, os últimos detalhes do projeto de engenharia e licenciamento ambiental, fase que antecede o processo de captação de recursos para erguer a mina.

De acordo com o presidente da companhia, Hélio Diniz, com a primeira fase – projeto e licenciamento – prevista para ser concluída no terceiro trimestre de 2014, a expectativa é de que o interesse dos investidores atraia em torno de R$ 5 bilhões em recepção de recursos até 2015, sendo R$ 100 milhões empregados já em 2014.

Sobre a reunião, Hélio afirmou que a “costura” permitiu atualizar os dados aos acionistas e detalhar a ordem de execução dos planos para a empreitada. “Com as informações atualizadas, os acionistas têm mais clareza sobre os recursos necessários e investimentos que necessitam ser executados”, comentou.

Para o titular da Secretaria de Mineração, Geodiversidade e Recursos Hídricos (Semgrh), Daniel Nava, outros dois fatores podem incentivar a injeção de capital, mesmo antes do final da fase de licenciamento ambiental. Um deles seria a finalização do processo de interligação do sistema de energia elétrica do Estado ao Sistema Nacional pelo Linhão de Tucuruí.

Conforme detalhou Nava, a geração de energia necessária para o funcionamento de uma mina do porte da que está sendo projetada é superior a capacidade energética atual.
 
“Entretanto, com o Linhão, essa demanda vai poder ser suprida. Com essa perspectiva, os investidores se sentem mais seguros para aplicar recursos no projeto”, argumentou.

O secretário também salientou a garantia de apoio dada pelo governo estadual aos grupos interessados em explorar o minério na região.
 
“O governo do Estado entende que o potássio é essencial para a produção de fertilizantes, que por sua vez, tem uma relação direta na produção de alimentos no país. Além disso, gera emprego e renda para a região amazônica. Com esse entendimento, o aval para a exploração foi reafirmado à comitiva de investidores”, avaliou Nava.

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