Sem categoria

Durante reconstituição de crime, polícia informa já ter suspeitos para assassinato de militante do PDT

A polícia trabalha com duas hipóteses, acerto de contas com o tráfico de drogas e queima de arquivo político – foto: Arthur Castro

A polícia trabalha com duas hipóteses, acerto de contas com o tráfico de drogas e queima de arquivo político – foto: Arthur Castro

Policiais civis da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) realizaram na manhã desta quinta-feira (24), na avenida dos Oitis, bairro Puraquequara, Zona Leste de Manaus, a reconstituição do crime do militante do Partido Democrático Trabalhista (PDT), Alexandre César Ferreira Gomes, 33, ocorrida no dia 12 de fevereiro deste ano.

Familiares da vítima informaram à polícia que o militante saiu da residência onde morava, situada na avenida Castelo Branco, bairro Cachoeirinha, na Zona Sul da cidade, para resolver um problema e depois voltaria, porém, não retornou. No dia seguinte, o corpo do homem foi encontrado na avenida dos Oitis.

Segundo o relatório do Instituto Médico Legal (IML), a vítima foi morta com um tiro de pistola calibre 40, na cabeça. Ainda conforme o órgão, o rapaz não tinha sinais de agressão.
O titular da DEHS, Ivo Martins, falou que a polícia trabalha com duas hipóteses, sendo uma por acerto de contas relacionado ao tráfico de drogas e a outra por queima de arquivo, relacionada à política.

“Vinte pessoas já foram ouvidas durante o inquérito, já temos suspeitos do crime, mas precisamos aprofundar mais as investigações”, comentou o delegado.

Uma testemunha que não teve o nome relevado participou da reconstituição e informou que no dia do crime estava passando pelo local, quando avistou uma cobra e entrou na mata para tentar matá-la, em seguida ela teria ouvido um disparo.

No dia seguinte ao crime, a testemunha voltou ao local do fato e encontrou o homem morto, acionando a polícia.

“As investigações irão continuar, mas já estamos bem avançados, em breve iremos concluir o caso”, finalizou Ivo Martins.

Por Mara Magalhães

Comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Subir