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Durante ato público, alunos e grevistas da Ufam cobram conclusão de obra da Casa do Estudante, no Coroado

A obra da casa está orçada em R$ 2 milhões e 200 mil – fotos: divulgação

A obra da casa está orçada em R$ 2 milhões e 200 mil – fotos: divulgação

Alunos, professores e técnicos administrativos que fazem parte do movimento grevista da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) realizaram na manhã desta quinta-feira (24) um ato público cobrando à direção da instituição sobre a conclusão da obra da Casa do Estudante, que deveria ter ocorrido em agosto de 2013.

Integrante dos movimentos participantes do protesto saíram no início da manhã do chamado ‘bosque da resistência’, local de concentração deles na entrada do campus, em direção ao prédio em construção, no Coroado 1, Zona leste.

Menos de 30 pessoas participaram da manifestação. Elas levaram cartazes com frases de cobrança e gritavam palavras de ordens, além de distribuírem panfletos assinados pelo Comando Unificado de Greve (Clug).

Conforme o estudante de administração e membro do Conselho Universitário, Thiago Sartt, a Casa do Estudante está em obras há mais de cinco anos, o que prejudica os estudantes de baixa renda que vem de fora. “Infelizmente, esse problema não atinge apenas a capital. Alunos de Itacoatiara, Parintins e Humaitá, por exemplo, passam por dificuldades semelhantes de falta de estrutura para recebê-los, o que é um constrangimento”.

A reivindicação dos estudantes é apoiada pela Associação dos Docentes da Ufam (Adua), que lidera o movimento grevista por parte dos professores. Segundo presidente da entidade, José Alcimar de Oliveira, a greve também é por melhores condições de trabalho e estudo.

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Greve

Ainda de acordo com o presidente da Adua, os professores estão parados há 102 dias e ainda não há previsão de término do momento, tendo em vista que nenhuma reivindicação da categoria foi atendida pelo governo federal, que não se posicionou.

Representantes dos movimentos grevistas ocuparam a reitoria da Ufam há 25 dias e já foram inclusive notificados pela Polícia Federal, que pode, a qualquer momento, fazer uma ação de reintegração de posse da área.

“Eles foram lá na segunda-feira fazer uma verificação e constatar se tínhamos depredado algo ou se estávamos impedindo o acesso, o que não está ocorrendo, pois é uma ação pacífica”, disse Thiago Sartt, ressaltando que os estudantes defendem, primeiramente, a unificação do calendário, a educação gratuita e de qualidade e as várias pautas históricas do movimento estudantil, que apoia a greve dos professores e técnicos da Ufam.

Por equipe EM TEMPO Online

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