Dia a dia

Dupla é presa em flagrante com 500 mil cigarros contrabandeados do Paraguai, na Zona Norte

O material apreendido não possuía a documentação legal e seriam comercializados em estabelecimentos da capital- foto: divulgação/PC

O material apreendido não possuía a documentação legal e seriam comercializados em estabelecimentos da capital- foto: divulgação/PC

Geová Costa de Souza, 39, e Iran Silva, 24, foram presos durante uma operação de rotina realizada na noite dessa sexta-feira (22) pela equipe da Delegacia Especializada em Roubos e Furtos de Veículos (DRFV), no bairro Nossa Senhora de Fátima 2, Zona Norte de Manaus. Eles foram flagrados em um veículo modelo Uno, cor vermelha, placa não informada, com 500 mil cigarros contrabandeados do Paraguai, que foram apreendidos.

Conforme o titular da DRFV, delegado Péricles Nascimento, o material apreendido não possuía a documentação legal e seriam comercializados em estabelecimentos da cidade. “Estávamos fazendo uma operação de rotina, quando abordamos esse veículo. No interior do mesmo, encontramos 10 caixas de cigarros sem nota fiscal. Interrogamos os dois suspeitos separadamente e eles se contradisseram. Um deles acabou confessando que havia mais cigarros e nos levou até uma casa onde estava o restante do material”, contou.

De acordo com o delegado, a casa situada na rua Tuiuiu, no mesmo bairro onde ocorria a operação, foi alugada pela dupla para guardar o material contrabandeado. No local, a dupla confessou que a mercadoria tinha sido trazida do Paraguai para ser comercializada em Manaus.

“Depois que encontramos o restante do material, a dupla confessou que a mercadoria era do Paraguai, passou por Porto Velho e chegou a nossa cidade para ser comercializada. Eles afirmaram que são comerciantes, mas que esse produto era para outro colega que é de Porto Velho, mas trabalha com comércio em Manaus e vamos investigar”, disse.

A dupla foi presa em flagrante e apresentada na sede da Polícia Federal, no bairro Dom Pedro, Zona Oeste. Eles irão responder por contrabando, com pena de reclusão de um a quatro anos. O crime não é afiançável. Já a mercadoria passará por perícia e será encaminha à Receita Federal. “Vai ser lavrado auto de prisão em flagrante e eles ficarão à disposição da Justiça Federal”, finalizou o delegado.

Por Michelle Freitas

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