Dia a dia

DRCO prende estelionatários da mesma família em São Paulo

Os presos são suspeitos de estelionato, aplicando golpes que lesaram em pelo menos R$ 1,5 milhão - foto: divulgação/DRCO

Os presos são suspeitos de estelionato, aplicando golpes que lesaram em pelo menos R$ 1,5 milhão – foto: divulgação/DRCO

Policias do Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), prenderam quatro pessoas da mesma família durante a operação “Nigéria”, em São Paulo (SP), neste fim de semana. De acordo com o delegado Rafael Allemand, os presos são suspeitos de estelionato, aplicando golpes que lesaram em pelo menos R$ 1,5 milhão centenas consumidores do país. Uma quinta pessoa, que foi apontada como membro do bando, ainda está foragida. Entre os presos estão Darwin Rodrigues da Costa, 53, e seus três filhos – William Wender Aggio Costa, 18; Richard Aggio,20; e Henry Wender Aggio Costa, 22

“A operação foi deflagrada em São Paulo e continua em andamento. Sabemos que cinco pessoas estão envolvidas em crimes de estelionato, que aplicaram golpes de R$ 1,5 milhão em apenas dez dias que passaram no Amazonas. Depois foram para São Paulo. Eles realizavam esses golpes em diversos Estados”, informou.

Segundo Allemand, o bando praticava os crimes por meio de um site de vendas, no qual o cliente pedia o produto, mas quando os mesmos chegavam, o consumidor só encontrava tijolos e até garrafas de água. As encomendas eram entregues pelo correio.

“Eles criaram um site de vendas que funcionava em todo o Brasil. Quando chegava o dia da entrega, o que vinha na caixa eram apenas tijolos ou outras matérias que simulavam peso. Em dezembro, eles vieram para Manaus e utilizaram os Correios para encaminhar os materiais, porque era mais barato. Porém, o órgão denunciou o caso, porque eles chegaram a encaminhar 500 materiais em apenas dez dias para outros Estados. Quando fomos investigar, a pessoa jurídica era falsa”, revelou.

Conforme o delegado, a polícia do Amazonas está contando com apoio de policiais do Estado de São Paulo no andamento da operação. “Durante a investigação, descobrimos os sócios da empresa e que eles estavam em São Paulo. Decidimos deflagrar a operação o mais rápido, mas até o momento não temos um prazo para a finalização, porque uma pessoa ainda falta ser presa. Os outros estão sobre a custódia do Estado de São Paulo”, finalizou.

Por Equipe EM TEMPO Online

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