Dia a dia

Dono de centro automotivo é preso por furto de energia

O dono do estabelecimento deve mais de R$ 100 mil em contas atrasadas – Divulgação/PC

O empresário Fábio Braga Duarte, 35, foi preso, nesta segunda-feira (10), por furto de energia. De acordo com a equipe de investigação da Delegacia Especializada em Combate ao Furto de Energia, Água, Gás e Serviços de Telecomunicações (DECFS), sob o comando do delegado titular da unidade policial, Felipe Vasconcelos Dias, o crime foi identificado em um centro automotivo de propriedade do infrator, situado na Avenida Adalberto Vale, bairro Betânia, Zona Sul da capital.

De acordo com a autoridade policial, a ação contou com o apoio de funcionários da Eletrobras Amazonas Energia e peritos do Instituto de Criminalística (IC) da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM). As equipes chegaram até o local após denúncia formalizada por representantes da concessionária de energia. Segundo os funcionários, o imóvel onde funciona a oficina e um lava a jato possui faturas de energia em atraso que, somadas, chegam a R$ 100 mil.

“Os funcionários da Eletrobras Distribuição Amazonas já realizaram cortes no fornecimento de energia no imóvel, mas, em seguida, o proprietário religava o abastecimento de forma clandestina. Constatamos no local a existência de uma ligação clandestina trifásica que energizava o galpão onde funciona o centro automotivo. Por conta disso, Fábio, identificado como proprietário do estabelecimento, foi preso em flagrante por furto de energia”, explicou o titular da DECFS.

Felipe Dias disse, ainda, que representantes da concessionária de energia haviam tentado, por algumas vezes, negociar o débito do imóvel, mas que Fábio insistia na irregularidade. Os peritos do IC e a equipe técnica da Eletrobras Amazonas Energia desfizeram a ligação clandestina encontrada e retiraram o transformador irregular.

Fábio foi autuado em flagrante pelo crime de furto de energia. Na especializada foi arbitrada ao infrator, pelo delegado, fiança no valor de R$ 1,4 mil, paga pelo empresário, que após ser submetido aos procedimentos cabíveis na DECFS, foi liberado para responder pelo crime em liberdade.

Com informações da assessoria

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