Dia a dia

Dois homens são presos na ponte Rio Negro por transporte irregular de madeira

A prisão ocorreu na ponte Rio Negro, que liga a capital a Iranduba (a 27 quilômetros de Manaus) e Manacapuru (a 86 quilômetros). - foto: divulgação/ Batalhão Ambiental

A prisão ocorreu na ponte Rio Negro, que liga a capital a Iranduba (a 27 quilômetros de Manaus) e Manacapuru (a 86 quilômetros). – foto: divulgação/ Batalhão Ambiental

Os autônomos Marivan Pereira Franco, 39, e Eduardo Braga Amorim, 48, foram presos nesta terça-feira (23) pelo Batalhão de Policiamento Ambiental (CPAmb), dirigindo dois caminhões com cargas ilegais de madeira. A ocorrência foi conduzida para Delegacia especializada em Meio Ambiente (Dema).

A prisão ocorreu na ponte Rio Negro, que liga a capital a Iranduba (a 27 quilômetros de Manaus) e Manacapuru (a 86 quilômetros). A madeira não tinha o Documento de Origem Florestal (DOF), licença exigida pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recurso renováveis (Ibama). Os veículos foram parados quando atravessam a ponte.

Os caminhões de placa JWM-5324 e JXJ-9829 transportavam 25m3 e 24m3, respectivamente, de madeira serrada, entre tábuas, vigas, vigotas e caibro. A carga e os caminhões foram apreendidos.

O primeiro veículo era dirigido por Marivan Pereira Franco, 39, e o segundo por Eduardo Braga Amorim, 48. Eles disseram que pegaram a madeira em Manacapuru e iriam entregar em diversos estabelecimentos de material de construção, em Manaus. Os motoristas podem ser enquadrados na Lei de Crime Ambiental (nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998).

Segundo o tenente do Batalhão Ambiental Renan Libório, Eduardo já é reincidente, ou seja; já havia sido atuado pelo mesmo crime.

O DOF é obrigatório para o transporte e comercialização de produtos e subprodutos de origem florestal e deve ser condizente com a carga transportada.

A ocorrência foi conduzida para Delegacia Especializada em Meio Ambiente (Dema), onde os dois assinaram um Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO) e responderão ao processo em liberdade, podendo pegar de 6 meses a 1 ano de prisão.

 

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