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Dois homens são assassinados a tiros, em campo de futebol do bairro Cidade de Deus

A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) - foto: Arthur Castro

A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) – foto: Arthur Castro

O autônomo Josenildo Lima da Silva, 22, e o ajudante de pedreiro,Welerson Lucas Ribeiro Duque, 19, foram mortos a tiros em um campo de futebol, localizado na chácara do Joca, na rua Internacional, bairro Cidade de Deus, Zona Norte. O crime ocorreu por volta das 21h30, dessa sexta-feira (27).

De acordo com a perícia, Josenildo foi morto com três tiros na cabeça, enquanto que Welerson foi morto com um único tiro também na região da cabeça.

Testemunhas relataram à polícia que as vítimas estavam jogando bola, quando quatro homens em duas motocicletas, que não tiveram as placas e características reveladas, chegaram ao local. Em seguida, dois suspeitos desceram das motos e caminharam em direção aos homens e efetuaram os disparos.

As vítimas não resistiram aos ferimentos e morreram no local. Após cometerem os homicídios, os suspeitos fugiram sem serem identificados. A polícia informou que a principal suspeita da motivação do crime seja uma dívida relacionada ao tráfico de drogas.

Para a polícia, o alvo principal da execução era Josenildo, enquanto que o outro rapaz, provavelmente, não tem nenhuma relação com a pratica ilícita.

O pai de Josenildo, cujo nome não foi revelado, informou que os criminosos levaram o celular do filho e que quando ele ligou, a pessoa que atendeu falou que o crime foi só o começo de uma série de mortes. Segundo essa pessoa, que não foi identificada, outros membros da família de Josenildo iriam morrer da mesma forma.

De acordo com a polícia, apesar dos suspeitos terem levado o celular da vítima, o crime não é considerado um latrocínio (roubo seguido de morte), pois as investigações apontam que Josenildo era envolvido com o tráfico de drogas naquela área.

Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal. A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) investigara o caso. Até o momento nenhum dos suspeitos foi preso.

Por Mara Magalhães

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