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Docentes da Ufam realizam ato contra os cortes nesta quinta-feira

Encerrando a semana, o movimento estuda promover, às 17h, de sexta-feira (25), mais uma edição do Sambaqui, na sede da seção sindical - divulgação/Adua

Encerrando a semana, o movimento estuda promover, às 17h, de sexta-feira (25), mais uma edição do Sambaqui, na sede da seção sindical – divulgação/Adua

Em resposta ao chamamento realizado pelo Comando Nacional de Greve (CNG) através do Comunicado nº 42, que aponta o dia 23 de setembro como o ‘Dia Nacional de Paralisação do Funcionalismo Público’, os professores da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) realizam um ato unificado no Bosque da Resistência, na próxima quinta-feira (24), às 7h, para denunciar o desmonte das universidades públicas federais.

O dia nacional de paralisação do funcionalismo público ocorre, em todo o país, e conta com atividades combinadas de radicalização nos Estados e manifestação em Brasília em parceria com movimentos sociais como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), movimento dos trabalhadores do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (SOS-COMPERJ) e Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), o qual já havia anunciado mobilização para este dia, com o objetivo de ampliar a pressão junto ao governo contra os ataques aos trabalhadores.

Com terreno situado próximo à Associação dos Servidores da Universidade Federal do Amazonas (ASSUA), a nova Casa do Estudante Universitário (CEU), que acomodaria cerca de 150 alunos, mas está com as obras paralisadas é, segundo o Comando Unificado de Greve (CLUG), apenas um dos exemplos do impacto do corte de verbas na Ufam.

Previsto para ser construído em 2013, o novo prédio, conforme balanço feito pela Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários (Procomun), em janeiro de 2013, seria composto por uma edificação arrojada, proporcionando aos estudantes bem-estar e uma melhor acessibilidade à Universidade, mas está abandonado, após a empresa responsável pela obra declarar falência.

Panfletagem

Concomitante às atividades realizadas em todo o país, os docentes da Ufam promovem, na quarta-feira (23), às 9h, uma panfletagem no Bosque da Resistência para mostrar a rejeição por parte das categorias ao novo pacote de cortes orçamentários do governo federal, e pressionar pela reabertura de negociações.

Os novos cortes foram anunciados pelo governo federal no dia 14 de setembro e retiram mais direitos dos trabalhadores, confiscam os salários dos servidores, suspendem a realização de concursos públicos e aprofundam o desmonte do serviço público, atacando o direito da sociedade a serviços públicos, gratuitos e de qualidade.

A segunda edição da Feira de Livros Ajuri, às 14h, na sede da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Amazonas (Adua), acompanhada de uma exposição de quadros e de um bazar também compõem a agenda de atividades do Dia Nacional de Paralisação em Manaus.

Encerrando a semana, o movimento estuda promover, às 17h, de sexta-feira (25), mais uma edição do Sambaqui, na sede da seção sindical.

Com informações da assessoria de comunicação

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