Economia

Destino do Ariaú Tower será selado em novo leilão

O grupo foi encontrado nas proximidades do hotel de selva Ariau Amazon Towers - foto: divulgação

O hotel é considerado como um marco na história da hotelaria de selva no estado do Amazonas – foto: Ricardo Oliveira

Marco na história da hotelaria de selva no Amazonas, o hotel Ariaú Tower (a 60 quilômetros de Manaus) começou a ser leiloado ontem (1º). O destino do empreendimento vai ser decidido até o próximo dia 25 de agosto.

O lance mínimo será de R$ 13 milhões e só poderá ser dado na próxima quinta-feira (4). Esse valor corresponde a 50% do valor da avaliação do Ariaú Tower (R$ 26 milhões), mais 5% de comissão sobre o valor do lance.

O destino do Ariaú Tower será selado na batida do martelo do leiloeiro público Brian Galvão Frota, durante leilão on-line. Os interessados em arrematar o Ariaú com todas as suas benfeitorias, numa área total de 66.6813 hectares (matrícula nº 98 do 1º CRI de Iranduba), podem acessar o endereço eletrônico ou ir direto neste link.

Caso não haja interessados na primeira fase do leilão, na segunda-feira (ontem), com o início no dia 4 de agosto, os lances livres podem ser feitos a partir também de 50% dos R$ 26 milhões da avaliação do imóvel, ou seja, R$ 13 milhões mais 5% de comissão do leiloeiro, diferentemente da primeira etapa quando só eram permitidas propostas com valor mínimo da avaliação.

Em caso de consulta sobre a atual situação judicial, o arrematante pode obter mais informações sobre o processo de nº 0003348-61.2013.8.04.4600 no site do TJAM (http://www.tjam.jus.br).

“De acordo com a legislação aplicável e como a arrematação é um modo de aquisição originário de propriedade, o arrematante receberá o imóvel livre de dívidas de impostos, multas ou taxas”, disse o leiloeiro Brian Galvão.

Segundo ele, a forma de pagamento será à vista. Brian destacou que caso não haja propostas para pagamento à vista, serão admitidas propostas escritas de arrematação parcelada, que devem ser enviadas pelo e-mailcontato@zukerman.com.br ou brian@amazonasleiloes.com.br.

“Será necessário sinal não inferior a 25% do valor da proposta, acrescido da comissão do leiloeiro de 5% e o restante em até 30 meses, mediante correção mensal pelo índice do Tribunal de Justiça do Amazonas, prevalecendo a de maior valor, que estarão sujeitas à apreciação da Juíza responsável pelo processo. Não há possibilidade de utilização de carta de crédito ou financiamento bancário”, informou.

Este será o segundo leilão realizado para pagar dívida contraída com a BR Distribuidora no valor de R$ 1.5 milhão referentes ao Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O outro leilão ocorreu em janeiro deste ano, sem lances.

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