Política

Deputados voltam do recesso e retomam discussão sobre reforma política

Com as votações liberadas, a Casa poderá concluir tanto a votação da reforma política quanto a de outros temas mais polêmicos - foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Com as votações liberadas, a Casa poderá concluir tanto a votação da reforma política quanto a de outros temas mais polêmicos – foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Depois de duas semanas em recesso, deputados retomam, a partir desta segunda-feira (3), discussões e votações de matérias que ficaram aguardando decisão em plenário, entre elas, o segundo turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 182/07 da reforma política. O tema começou a ser analisado em plenário antes das férias parlamentares, mas ainda ficou pendente a questão sobre a doação de empresas para campanhas políticas.

No último dia 15, o tema dividiu novamente o plenário e acabou gerando dúvida, o que adiou a decisão. Parlamentares do PT e do PPS apresentaram destaques para retirar a possibilidade de partidos receberem dinheiro de empresas. Pelo texto aprovado no primeiro turno, são permitidas doações de pessoas físicas a candidatos e a partidos, e de empresas, somente a partidos.

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que vai priorizar a conclusão da reforma. Ele deve decidir nas próximas horas sobre a questão de ordem do líder do PMDB, deputado Leonardo Picciani (RJ), que disse que a mudança do texto no segundo turno não pode ser aceita, já que isso rejeitaria o texto aprovado em primeiro turno.

Para avançar com o texto que já começou a ser discutido pelos senadores, além de aguardar a decisão de Cunha, os deputados terão que destrancar a pauta do plenário que começa presa por dois projetos do Executivo sobre combate ao terrorismo. Os textos tramitam com urgência.

Com as votações liberadas, a Casa poderá concluir tanto a votação da reforma política quanto a de outros temas mais polêmicos, como a PEC da Maioridade Penal, o projeto de lei de correção do FGTS e prestações de contas de governos anteriores.

Por Agência Brasil

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