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Deputados só devem começar a votar por volta de 17h

Os líderes terão entre dez e três minutos de discurso, dependendo do tamanho de cada bancada. Só essa fase vai durar mais de duas horas –sem contar possíveis intervenções -  foto: divulgação

Os líderes terão entre dez e três minutos de discurso, dependendo do tamanho de cada bancada. Só essa fase vai durar mais de duas horas –sem contar possíveis intervenções – foto: divulgação

A sessão de votação do impeachment no plenário da Câmara neste domingo (17) foi iniciada às 14h, mas os deputados só devem começar a anunciar seus votos por volta das 17h.

Antes que o primeiro parlamentar seja chamado ao microfone, haverá a fala do relator do parecer favorável ao afastamento, Jovair Arantes (PTB-GO) – que terá 25 minutos – e tempo para os líderes de cada um dos 25 partidos.

Os líderes terão entre dez e três minutos de discurso, dependendo do tamanho de cada bancada. Só essa fase vai durar mais de duas horas –sem contar possíveis intervenções.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tinha anunciado também em reunião com líderes que não deveria ter uma etapa separada para os partidos fazerem o encaminhamento do voto, mas que poderia ceder mais um minuto a sigla, no tempo dos líderes, para que o usassem desta forma.

Votação

Entre os 513 deputados, apenas uma está de licença: a deputada Clarissa Garotinho (PR-RJ), que solicitou na sexta-feira (15) o início de sua licença-maternidade. Ela já havia declarado voto favorável ao impeachment.

A votação será feita por chamada oral, por Estados, começando por Roraima e terminando por Alagoas. Dentro de cada Estado, a chamada será por ordem alfabética e cada deputado terá dez segundos ao microfone.

O primeiro a votar será o deputado Abel Galinha (DEM-RR), que já anunciou seu voto a favor do afastamento. O último será Ronaldo Lessa (PDT-AL), que não declarou sua posição ainda.

A ordem dos Estados será no sentido Norte-Sul, e vice-versa – ou seja: primeiro um Estado do Norte, depois um do Sul (Rio Grande do Sul), seguido de outro do Sul (Santa Catarina) e um do Norte.

Quando se esgotarem os três Estados do Sul, seguirão alternando os do Norte com os do Centro-Oeste, e depois com os do Sudeste. Os Estados do Nordeste entrarão por último, seguindo os do Norte no revezamento.

Isso fará com que os cinco últimos Estados sejam do Nordeste: Paraíba, Pernambuco, Bahia, Sergipe e Alagoas. A Bahia é o que tem cenário mais favorável a Dilma.

A ordem de votação foi contestada pelos governistas, que chegaram a levar a questão ao STF (Supremo Tribunal Federal). A corte, no entanto, validou a ordem estabelecida por Cunha.

Por Folhapress

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