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Deputados e senadores do AM e RO discutem em audiência na Aleam alternativas para a BR-319

Após vários anos, políticos da região parecem estar realmente dispostos da lutar pela BR-319 – foto: Arthur Castro

Após vários anos, políticos da região parecem estar realmente dispostos da lutar pela BR-319 – foto: Arthur Castro

Deputados e senadores dos estados do Amazonas e Rondônia se reuniram na manhã desta terça-feira (28) em audiência pública na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) para tentar agilizar a reabertura da BR-319. A proposta de audiência foi de autoria do deputado Francisco Souza (Novo).

Para a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB), a estrada é tratada como uma questão política. Segundo ela, na visita da caravana à BR não foi constatado nada que justifique o embargo das obras.

“Esse problema no trecho foi objeto de um termo de ajustamento de conduta (TAC), onde o Ministério do Meio Ambiente apresentou um rol de exigências e, a cada ano, novas exigências são apresentadas. E isso faz com que a BR seja embargada. Na visita, nós não vimos nada que justifique o embargue. Em um novo momento, vamos viabilizar uma visita técnica, que envolva órgãos ambientais, do poder executivo e do poder Judiciário, para que assim se possa desbloquear a BR”, disse Vanessa.

Para o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) a união dos parlamentares da Amazônia é muito importante para viabilizar a reabertura da BR. “Nosso objetivo é que a estrada venha a ser asfaltada, de preferência com a mesma qualidade da BR que liga São Paulo a Curitiba, da BR que liga Porto Alegre a Florianópolis. Porque essa discriminação conosco na Amazônia? Por que né somos diferentes?”, questionou.

Uma caravana formada por senadores, deputados,  governador e vice-governador de Rondônia, além de alguns prefeitos do interior chegou à capital amazonense na noite de ontem (27), após uma viagem de 11 horas pela BR-310, no trecho de Humaitá a Manaus.

Durante a viagem, eles garantem não ter visto anda que justifique o embargo das obras de conservação, feito recentemente pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e acatado parcialmente pela Justiça Federal.
Por Henderson Martins e equipe EM TEMPO Online

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