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‘Depois de Tudo’ chega aos cinemas em 5 de novembro

O longa ‘Depois de Tudo’, produzido pela Casé Filmes e dirigido por João Araújo, chega às telas do cinema com uma história de amizade, amor e superação. Baseado na obra ‘No Retrovisor’, de Marcelo Rubens Paiva, o filme narra a trajetória dos amigos Ney e Marcos, interpretados por Marcelo Serrado e Otávio Muller nos papéis dos amigos já adultos.

Já para vivê-los quando jovens, foram escalados César Cardadeiro (Marcos) e Romulo Estrela (Ney). Para dar vida à musa Bebel, foi escalada a atriz Maria Casadevall, que faz sua estreia na tela grande. Escrito por Marcelo Rubens Paiva, Mauro Mendonça Filho e Lusa Silvestre, o filme tem estreia confirmada para dia 5 de novembro, com distribuição da Imagem Filmes.

O roteiro de “Depois de Tudo” mantém o espírito jovem e contestador do texto original para o teatro, mas o transporta para os dias atuais com texto forte e bem-humorado, que retrata o espírito da chamada geração Coca-Cola. Os amigos Ney e Marcos, são parceiros em tudo.

Moram juntos, decidem abrir um bar e realizar juntos o sonho de viver de música. Eles dividem até mesmo o fascínio por Bebel, uma garota linda e solitária, que se muda para o apartamento vizinho e passa a fazer parte da vida dos dois. Os três se tornam inseparáveis. O tempo a distância. Em vez de músico e parceiro de César no bar que montaram e pretendiam tocar juntos, Ney acaba se tornando um astro da música pop-romântica. Já Marcos, passa de garoto rebelde e cheio de atitude a um conformado funcionário público. Já Bebel, nunca deixou o imaginário dos dois.

Para o diretor, “Depois de Tudo” fala de amizade, e amor, entre dois amigos. “É uma história de redenção, de dois caras que foram muito próximos e se distanciaram. Mas que se encontram novamente e reveem muitas atitudes, emoções, lembranças. Há poucos filmes nessa linha no cinema brasileiro”, analisa João.

Para Marcelo Rubens Paiva, apesar de todas as adaptações para a linguagem cinematográfica e para o tempo atual, o longa é fiel ao seu texto original. “A gente não pode respeitar 100% a peça quando a transforma em um filme, mas o resultado na tela mantém o espírito da peça. O João Araújo soube respeitar e fazer bom uso disso. Ele leu a peça com os atores, viu a montagem em um registro em vídeo que temos. E eles retomaram a peça e mantiveram o caráter dela. Isso deu força ao longa”, comenta o autor.

Ainda que “Depois de Tudo”, assim como a peça, tenha forte apelo ao real, seu roteiro pediu um tratamento simples, com uma linguagem clara e enxuta. “O filme fala muito da própria trajetória do Paiva. Seu texto é forte, encharcado de humor irônico, visceral.

Conversei muito com ele durante o processo de preparação. Isso me ajudou muito. A entrada do Lusa Silvestre trouxe humor e leveza, com insights muito bacanas. Juntar o humor de um e a ironia do outro resultou na combinação perfeita”, observa João.

Depois de tudo tem coprodução da Rio Filme e do Telecine e entra em cartaz em 5 de novembro em mais de 150 salas de todo o Brasil, com distribuição da Imagem Filmes.

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