Cultura

Dança: projeto da UEA destaca balé aéreo

Iniciativa da UEA promove o contato de acadêmicos e da comunidade com a dança aérea – foto: divulgação/UEA

Iniciativa da UEA promove o contato de acadêmicos e da comunidade com a dança aérea – foto: divulgação/UEA

A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) promove, a partir desta quarta-feira (3), a terceira edição do Intercâmbio de Dança Aérea e a 3ª Mostra de Corpos Suspensos. A ação é promovida pelo projeto de produtividade ‘O ensino e a pesquisa em dança aérea/vertical’ e desenvolvido em parceria com o projeto de extensão Grupo de Balé Aéreo Tangará, da Escola Superior de Artes e Turismo (Esat). As inscrições para o evento já encerraram, mas os interessados ainda podem se inscrever como ouvintes na hora do evento.

A programação será desenvolvida, até o próximo sábado (6), por meio de oficinas e mostras que serão realizadas no Centro de Convivência da Família Magdalena Arce Daou (bairro Santo Antônio, Zona Oeste), das 18h às 20h. O projeto é coordenado e executado pelas professoras do curso de dança da UEA Yara dos Santos Costa e Raissa Caroline Brito Costa. Este ano, com parceria do Coletivo Mona Produções, o evento conta com a participação de Jean Winder, acrobata da Escola Nacional de Circo, que ministrará oficinas de Tecido nos dias do evento.

O objetivo do evento é possibilitar à comunidade e aos acadêmicos o contato com a dança aérea e promover diálogos e apresentações abertas a grupos da comunidade, a fim de propiciar uma troca de conhecimentos e experiências entre as companhias e professores que trabalham com esta técnica na cidade de Manaus.

Tangará
O Grupo de Balé Aéreo (GBA) da UEA, Tangará, é constituído por acadêmicos dos cursos de dança e teatro, bem como artistas oriundos da comunidade de modo geral. Dessa forma, o projeto proporciona a interação dialógica entre a universidade e a comunidade e possibilita a participação dos envolvidos em diversos eventos realizados para e pela comunidade, além de apresentar produções em dança aérea inéditas, e contribuir nesse diálogo por meio do fazer e da apreciação artística que o GBA vem desenvolvendo.

Possibilita, ainda, uma constante troca de informações, pois permite a interação entre iniciantes na prática da dança aérea com acrobatas experientes da comunidade que possuem técnica circense.

Com informações da assessoria

 

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