Política

Cunha perde regalias ao renunciar à presidência da Câmara

O principal argumento da ação é o de que Cunha, por ser réu em processo no STF, não pode estar na linha sucessória da Presidência da República - foto: divulgação

O deputado também não terá mais acesso ao gabinete exclusivo da presidência – foto: divulgação

A renúncia ao posto de presidente da Câmara trará mais do que prejuízos políticos ao deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O desligamento do cargo acarreta a perda imediata de algumas regalias, como carro oficial e direito a voo em aviões da FAB (Força Aérea Brasileira).

Além disso, Cunha também terá que deixar em até 30 dias a residência oficial do presidente da Câmara. O deputado terá que providenciar uma mudança pois, ao assumir o posto, levou para a mansão de 800 metros quadrados parte de seu mobiliário pessoal.

Cunha decorou a sala da residência em Brasília com tapetes de sua coleção, mesinhas de apoio e porta-retratos da família.

O deputado também não terá mais acesso ao gabinete exclusivo da presidência, que contava com 47 funcionários de sua confiança. Cunha também já estava sem acesso ao local desde que foi afastado do cargo e do mandato pelo STF (Supremo Tribunal Federal), em maio.

Segurança 

A saída definitiva da presidência também fará com que Cunha perca direito a uma equipe de segurança exclusiva, fornecida pela Câmara.

O carro oficial que ficava à sua disposição também não poderá mais ser usado. Quando no cargo, o deputado dispunha de até dois motoristas que se revezavam para atendê-lo diariamente.

Por Folhapress

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