Esportes

Copa Evangélica de Futebol une fé e esporte em Manaus

Copa Evangélica de Futebol une fé e espote em Manaus Sucesso de público em 2014 quando reuniu 35 times, a Copa Evangélica de Futebol volta com força total neste ano. A segunda edição do campeonato começa na próxima sexta-feira (15), às 19h no estádio Carlos Zamith, no bairro do Coroado, na Zona Leste de Manaus com mais de 50 times inscritos e a participação de 1,6 mil atletas. A grande diferença da Copa Evangélica dos demais campeonatos de futebol é que nela a partida não é o mais importante. O torneio é uma ferramenta de evangelismo, como explica o organizador, Luiz Mendes. Segundo ele, os verdadeiros vencedores são os times que conseguem atrair mais pessoas ao Reino de Deus. “É a maneira que encontramos de resgatar vidas que estão em situação de risco através do futebol. Isso é possível e vamos tentar fazer o que sabemos de melhor que é pregar a palavra e ao mesmo tempo jogar futebol”, disse o organizador ao explicar que entre os participantes está o ex-jogador e técnico Sérgio Duarte.  Luiz Mendes jogou profissionalmente no Fast em 1989 e, desde que se converteu ao cristianismo, decidiu aliar o amor pela bola com o desejo de propagar o que chama de boas novas de Jesus Cristo. Desta maneira, Mendes conheceu Bruno Brito, ex-zagueiro do Fluminense e que atualmente é presidente da União das Copas Evangélicas do Brasil (UCE). Após o encontro, surgiu a ideia de fazer a primeira edição da Copa Evangélica do Amazonas. “Ano passado 312 vidas aceitaram Jesus durante a competição. Nosso objetivo é esse. Resgatar pessoas rejeitadas pela sociedade e dar elas dignidade de vontade de viver”, concluiu. Regras diferentes Quem assistir pela primeira vez uma partida da Copa Evangélica de Futebol vai perceber algumas peculiaridades na regra. Antes da bola rolar, os atletas oram e louvam por pelo menos 30 minutos. “É um culto ao ar livre dentro do campo de futebol”, diz Luiz. Quando o jogo começa, os inevitáveis palavrões em campo são penalizados primeiramente com uma advertência verbal do árbitro, se houver reincidência, é aplicado cartão amarelo. Persistindo o problema, o atleta é expulso. Na fase de mata-mata, algo mais inusitado acontece. O time perdedor é obrigado, ao final da partida, orar e abençoar a equipe que segue na competição. Tudo isso, segundo Luiz Mendes, é para criar um clima de harmonia ao torneio. “Em campeonatos comuns os perdedores saem com raiva. Aqui eles colocam em prática o amor e mesmo tristes pela derrota, abençoam os irmãos vencedores”, explica. O campeão, além de troféus e medalhas, ganha uma moto. Ao término da competição, prevista para o segundo semestre de 2015, a organização começará ainda a Copa no naipe feminino e na categoria máster. Jogadores fazendo uma corrente de oração durante a primeira edição da Copa no ano passado – divulgação

Jogadores fazendo uma corrente de oração durante a primeira edição da Copa no ano passado – divulgação

Sucesso de público em 2014 quando reuniu 35 times, a Copa Evangélica de Futebol volta com força total neste ano. A segunda edição do campeonato começa na próxima sexta-feira (15), às 19h no estádio Carlos Zamith, no bairro do Coroado, na Zona Leste de Manaus com mais de 50 times inscritos e a participação de 1,6 mil atletas.

A grande diferença da Copa Evangélica dos demais campeonatos de futebol é que nela a partida não é o mais importante. O torneio é uma ferramenta de evangelismo, como explica o organizador, Luiz Mendes. Segundo ele, os verdadeiros vencedores são os times que conseguem atrair mais pessoas ao Reino de Deus.

“É a maneira que encontramos de resgatar vidas que estão em situação de risco através do futebol. Isso é possível e vamos tentar fazer o que sabemos de melhor que é pregar a palavra e ao mesmo tempo jogar futebol”, disse o organizador ao explicar que entre os participantes está o ex-jogador e técnico Sérgio Duarte.

Luiz Mendes jogou profissionalmente no Fast em 1989 e, desde que se converteu ao cristianismo, decidiu aliar o amor pela bola com o desejo de propagar o que chama de boas novas de Jesus Cristo. Desta maneira, Mendes conheceu Bruno Brito, ex-zagueiro do Fluminense e que atualmente é presidente da União das Copas Evangélicas do Brasil (UCE). Após o encontro, surgiu a ideia de fazer a primeira edição da Copa Evangélica do Amazonas.

“Ano passado 312 vidas aceitaram Jesus durante a competição. Nosso objetivo é esse. Resgatar pessoas rejeitadas pela sociedade e dar elas dignidade de vontade de viver”, concluiu.

Regras diferentes

Quem assistir pela primeira vez uma partida da Copa Evangélica de Futebol vai perceber algumas peculiaridades na regra. Antes da bola rolar, os atletas oram e louvam por pelo menos 30 minutos. “É um culto ao ar livre dentro do campo de futebol”, diz Luiz.

Quando o jogo começa, os inevitáveis palavrões em campo são penalizados primeiramente com uma advertência verbal do árbitro, se houver reincidência, é aplicado cartão amarelo. Persistindo o problema, o atleta é expulso.

Na fase de mata-mata, algo mais inusitado acontece. O time perdedor é obrigado, ao final da partida, orar e abençoar a equipe que segue na competição. Tudo isso, segundo Luiz Mendes, é para criar um clima de harmonia ao torneio.

“Em campeonatos comuns os perdedores saem com raiva. Aqui eles colocam em prática o amor e mesmo tristes pela derrota, abençoam os irmãos vencedores”, explica.

O campeão, além de troféus e medalhas, ganha uma moto. Ao término da competição, prevista para o segundo semestre de 2015, a organização começará ainda a Copa no naipe feminino e na categoria máster.

 

Comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Subir