Cultura

‘Contos líricos’ marca a estreia do 19º Festival Amazonas de Ópera

Três espetáculos do festival contarão com a presença da Amazonas Filarmônica - foto: arquivo EM TEMPO

Três espetáculos do festival contarão com a presença da Amazonas Filarmônica – foto: arquivo EM TEMPO

Sob a regência do maestro Marcelo de Jesus, a montagem ‘Contos líricos’abre a 19ª edição do Festival Amazonas de Ópera, neste domingo (1º), às 19h, no Teatro Amazonas (largo São Sebastião, Centro). Essa produção, cuja direção cênica é assinada pelo ator e bailarino Edison Vigil, é formada por trechos de seis óperas, ‘Norma’, ‘A flauta mágica’, ‘Carmen’, ‘A raposinha esperta’, ‘Poranduba’ e ‘Turandot’. No palco, os artistas do Coral Infantil do Liceu de Artes e Ofícios Claudio Santoro, Coral do Amazonas, Balé Folclórico do Amazonas e da Amazonas Filarmônica vão interpretar essas obras.

Os preços dos ingressos variam de R$ 2,50 a R$ 50 e estão à venda na bilheteria do Teatro Amazonas (3232-1768) e pelo site www.bestseat.com.br. É aguardado um público de pouco mais de 10 mil espectadores para conferir o evento, promovido pelo governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.

“Serão seis cenários diferentes com seis figurinos diferentes, tudo do acervo da Central Técnica de Produção”, adianta Marcelo de Jesus, maestro adjunto da Amazonas Filarmônica e diretor dos Corpos Artísticos do Amazonas. “Norma”, do compositor italiano Vincenzo Bellini, estreou em 1831, em Milão. Na Gália tomada por romanos, os druidas esperam pelo sinal de uma sacerdotisa para se revoltar contra os ocupantes desse território. Após contato com o divino, Norma pede paz aos romanos através da Lua. A interpretação será da soprano Isabelle Sabrié.

“A flauta mágica”, do austríaco Wolfgang Amadeus Mozart, de 1791, apresenta os personagens Tamino e Papageno, que precisam atravessar um labirinto repleto de provações pelo caminho.

Uma das óperas mais populares da história, “Carmen”, que o francês Georges Bizet lançou em 1875, também compõe “Contos líricos”. A cena escolhida traz o coro de soldadinhos que representam a guarda que protege a cigana Carmen.

Em “A raposinha esperta” (1924), do compositor tcheco Leos Janácek, a mãe raposa ensina aos filhos como se proteger de uma armadilha. E o trecho selecionado de “Poranduba”, do mineiro Edmundo Villani-Côrtes, exibe um pout-pourri de três lendas indígenas que retratam a criação do mundo e a criação das cantigas de roda. São elas: “Quando ainda não era”, “Dança dos seres maléficos” e “Cantigas de roda”.

Para encerrar “Contos líricos”, o primeiro ato na íntegra da ópera “Turandot” (1926), do italiano Giacomo Puccini. A história começa com um mandarin que anuncia ao povo a decapitação de alguém que tentou se aproximar da tirana Turandot. Todos os cenários de “Contos líricos”, foram reaproveitados de outras edições do Festival Amazonas de Ópera, que ficaram armazenados na Central Técnica de Produção.

Com informações da assessoria

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