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Construir está mais caro no AM, aponta pesquisa

Os números apontam um crescimento do valor por metro quadro em agosto em relação a julho - foto: divulgação

Os números apontam um crescimento do valor por metro quadro em agosto em relação a julho – foto: divulgação

Quem quiser construir vai ter que desembolsar um pouco mais no Amazonas. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base no Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), houve aumento no custo para a construção civil no Estado.

Os números apontam um crescimento do valor por metro quadro em agosto em relação a julho. Em agosto passou dos 974,44, em relação ao R$ 944,09, ao mês anterior.

Segundo o IBGE, o aumento é atribuído a elevação dos custos com materiais de construção (R$ 551,06) e  com de mão-de-obra (R$ 423,38) .

Segundo a pesquisa, houve uma pequena variação para baixo de 0,72%, em agosto ao cair de 1,2 pontos percentuais em relação ao mês anterior.

Em relação à mão-de-obra, a variação foi de 8,82%, ficando com 8,2 pontos percentuais acima de julho (0,62%).

Tanto o índice mensal quanto a variação da componente mão-de-obra foram fortemente influenciados pelo dissídio da categoria.

Segundo o supervisor de informações do IBGE no Amazonas, Adjalma Jaques, os dados apontam duas vertentes, sendo que uma está ligada ao aumento dos insumos e outro à mão-de-obra. “Quando olhamos o acumulado do Amazonas temos 6,4%, bem acima dos números do país, mas isso está diretamente ligado ao dissídio dos outros Estados, que é ligado ao dissídio que cada sindicato negocia”, apontou o especialista.

 

Nacional

Considerando o acumulado de janeiro a agosto, o resultado no Amazonas foi de 6,4%, acima da média nacional de 4,58%. Com esse desempenho, o Estado ficou com a quinta maior taxa em 2015.

Nos últimos doze meses, a taxa situou-se em 7,02%, acima dos 6,48%registrados nos doze meses imediatamente anteriores. Em agosto de 2014, o índice foi de 2,69%.

Com variação de 2,50%, a Região Sul foi a que apresentou a maior alta em agosto, seguida do Nordeste (0,94%), Norte (0,09%), Sudeste (0,17%) e Centro-Oeste (2,18%). Os custos regionais, por metro quadrado foram de  R$ 958,81(Norte), R$ 879,34 (Nordeste), R$ 1 mil (Sudeste), R$ 992,51(Sul) e R$ 971,10 (Centro-Oeste).

Por Stênio Urbano

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