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Conselho de Administração da Suframa faz críticas à falta de investimentos do Governo Federal

Melo anunciou a assinatura de dois decretos que vão isentar de impostos novos produtos fabricados no PIM, notícia que animou setor industrial – foto: divulgação

Melo anunciou a assinatura de dois decretos que vão isentar de impostos novos produtos fabricados no PIM, notícia que animou setor industrial – foto: divulgação

O Conselho de Administração da Suframa (CAS) criticou duramente o governo federal em relação a demora na aprovação de novos processos Produtivos Básicos (PPBs) na 272ª Reunião Ordinária realizada nesta sexta-feira (26), quando 27 projetos foram aprovados.

Assim como na reunião do Conselho de Desenvolvimento do Amazonas (Codam) o PPB voltou a ser destaque e o conselho defendeu uma maior autonomia do Estado.

Para o senador Omar Aziz, essa demora é um obstáculo para que novos investidores se aproximem da Zona Franca. Segundo ele, o Amazonas e os Estados próximos devem se unir e traçar estratégias e planos para um melhor desempenho da Zona Franca.

Outro assunto com bastante destaque no conselho foi o projeto Zona Franca Verde.

A minuta que também foi aprovada na reunião de ontem garante isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para produtos cuja matéria-prima seja preponderantemente de origem regional que resulte da extração, coleta, cultivo ou criação animal. A isenção valerá em todos os municípios das áreas de livre comercio da Suframa (ALCs), sendo Tabatinga (AM), Guajará-Mirim (RO), Macapá, Santana (AP), Brasiléia, Epitaciolândia e Cruzeiro do Sul (AC), e Boa Vista e Bonfim (RR).

Segundo a superintendente da Suframa, Rebecca Garcia, a autarquia pretende iniciar treinamentos e capacitação de empresários interessados em investir na Zona Franca Verde.

Ela afirmou ainda que o projeto é estratégico para a evolução das Áreas de livre comércio e promoverá o desenvolvimento socioeconômico dos municípios que integram a ALCs.

Aprovação

Do total de 27 projetos aprovados pelo CAS, foram 22 projetos de ampliação, atualização, ou diversificação, e cinco de implantação.

O montante de investimento é de quase US$ 377,3 milhões, com previsão de mão de obra adicional ao Polo Industrial de Manaus (PIM) proporcionada pela aprovação dos projetos, sendo 180 novos postos de trabalho.

O projeto destaque é da empresa Jabil, que vai ampliar para a produção de placa de circuito impresso, com investimento de US$ 29,8 milhões e expectativa de se gerar 25 empregos.

Por Asafe Augusto

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