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Condutores fecham via no Distrito Industrial após micro-ônibus ficarem presos em buracos e atoleiros

Atolar em uma das diversas crateras que vem dominando a avenida Buriti virou rotina – foto: divulgação

Atolar em uma das diversas crateras que vem dominando a avenida Buriti virou rotina – foto: divulgação

Devido ao atoleiro e à buraqueira na avenida Buriti, Distrito Industrial, Zona Sul de Manaus, dois micro-ônibus ficaram impossibilitados de completar a rota na manhã desta terça-feira (15). O fato causou indignação aos motoristas, que fecharam um trecho da via em protesto.

O mototaxista Yago Leone, 22, comentou que atolar em uma das diversas crateras que vem dominando a avenida Buriti virou rotina para os condutores que utilizam a via. Leone ressalta que está não foi a primeira vez que os populares revoltados com a situação, bloquearam a passagem de veículos.

“O fluxo do trânsito já fica complicado com esses buracos e quando um carro ou um micro-ônibus fica preso, piora tudo. É um absurdo o descaso do poder público com essa área. Ninguém quer assumir a responsabilidade de restaurar a via. Enquanto isso, vivemos um verdadeiro caos”, criticou.

Já o motorista Jucélio Souza destacou que esses buracos são um problema que a população enfrenta há mais de uma década. Ele disse ainda que mesmo com toda a mídia noticiando a situação, o Distrito Industrial é uma área esquecida pelos poderes públicos e que as deficiências da região sempre são colocadas em segundo plano.

“Além de ser um polo industrial, gerador de renda para o Estado, o Distrito também é um ambiente residencial. Pessoas pagam impostos e, consequentemente, precisam dos serviços básicos, como asfalto. Moro nas proximidades e passo todos os dias na Buriti, fato que me deixa indignado devido a essas crateras. Já procuramos diversos órgãos para tentar resolver essa pendencia, mas até agora todos viraram as costas”, reclamou.

A Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) foi procurada pela reportagem, mas até o momento não se manifestou sobre o assunto.

Por Gerson Freitas

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