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Comunidade Novo Remanso ganha entreposto de carne

A inauguração do entreposto de carne e do escritório da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Amazonas (Adaf), realizada no final de semana, na comunidade Novo Remanso, localizado no município de Itacoatiara (a 176 quilômetros de Manaus), marca a regulação do abate e a qualidade sanitária da proteína comercializada no mercado de Manaus e entorno. As ações foram coordenadas pela Secretaria de Estado de Produção Rural e Sustentabilidade (Seprors).

A Adaf é um órgão vinculado ao sistema Seprors, composto pela Agência de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas (ADS) e Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal do Estado do Amazonas (Idam). “Oficializar a presença da Adaf na região significa fortalecer a política de inspeção que visa oferecer um produto de melhor qualidade ao consumidor e o respeito às boas práticas de abate no Estado”, afirmou titular da Seprors, Sidney Leite.

O entreposto de carne tem capacidade para armazenar até 8 toneladas em câmara frigorífica. A unidade possui ainda um caminhão frigorificado. De acordo com o diretor-presidente da Adaf, Sérgio Muniz, a unidade funciona como um regulador de distribuição de carne com selo de origem.

“O entreposto consegue selecionar e qualificar o produto oferecido ao consumidor porque só aceita carne abatida em matadouro legalizado, inspecionado pela Adaf e com selo de garantia. A carne sai de lá para ser distribuída nos açougues”, explicou Muniz.

Para o segmento de culturas industriais e fruticultura, o titular da Seprors determinou o total de 650 hectares de mecanização a serem executados ainda neste ano. Na ocasião, ele conheceu um modelo de produção mecanizada com alto rendimento de milho e mandioca, localizado no quilômetro 20 da estrada que liga à comunidade Novo Remanso.

Segundo Muniz, o planejamento contempla a mecanização para aumento da produtividade no Estado aliado à correção do solo, para o qual ainda se busca recursos para subsidiar o calcário. Serão 200 hectares de mecanização voltados ao cultivo da mandioca, 200 para fruticultura, 50 para pecuária leiteira, cem para pecuária de corte e cem para piscicultura.

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