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Comoção no enterro do sargento da PM em Parintins

O comando da PM em Parintins prestou as últimas homenagens ao militar - foto: divulgação/PM

O comando da PM em Parintins prestou as últimas homenagens ao militar – fotos: divulgação/PM

Centenas de pessoas, além de colegas de farda e autoridades da área de segurança participaram na tarde deste domingo (6) do sepultamento do sargento da Polícia Militar (PM), Fernando Júnior, 42, em Parintins (a 369 quilômetros de Manaus).

O comando da PM em Parintins prestou as últimas homenagens ao militar que foi sepultado no cemitério São José, no Centro da cidade. O sargento da reserva Fernando Pereira, pai do sargento assassinado estava inconsolável.

“Não estou acreditando que estamos enterrando um dos nossos melhores guerreiros”, disse o presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar em Parintins, cabo Francisco Nazaré.

“Se os traficantes, e os bandidos não estão respeitando nem a policia, o que será de nós?”, questionou a professora Luíza Cardoso Bentes durante a cerimônia fúnebre salientando que é preciso uma ação firme para combater os tráfico local.

“Ele era um militar aguerrido, deu a vida em prol do bem da sociedade civil, lamentamos muito a sua morte prematura”, disse também o comandante da PM, tenente coronel Valadares Júnior.

Ele era um militar aguerrido, deu a vida em prol do bem da sociedade civil", lamentou o coronel Valadares

Ele era um militar aguerrido, deu a vida em prol do bem da sociedade civil”, lamentou o coronel Valadares

O sargento da Polícia Militar Fernando Pereira Júnior, 42, foi assassinado no final da manhã deste sábado (5), com uma facada na altura do peito desferida pelo detento que estava no regime semiaberto Arlesson de Souza Alfaia, o “Peninha’, na rua Padre Augusto Giannolla, bairro Paulo Correia, Zona Oeste da cidade.

Segundo testemunhas, Fernando Júnior vinha recebendo ameaça de morte de traficantes ligados à facção criminosa Família do Norte (FDN), que comanda o tráfico de drogas em Parintins, assim como na capital.

Após cometer o homicídio, “Peninha” tentou fugir, mas foi perseguido por policiais e terminou preso por uma guarnição da Força Tática, da qual o militar assassinado era subcomandante.

Por Tadeu Souza

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