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Comissão aprova uso de softwares inteligentes para melhorar tráfego nas grandes cidades

A senadora Sandra Braga (PMDB/AM) destacou a importância da aprovação da proposta, que ainda será analisada em decisão final pela Comissão de Constituição e Justiça - foto: divulgação

A senadora Sandra Braga (PMDB/AM) destacou a importância da aprovação da proposta, que ainda será analisada em decisão final pela Comissão de Constituição e Justiça – foto: divulgação

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira (25) o projeto de lei (PLS) 13/2014, que determina a utilização dos softwares inteligentes no planejamento e na operação do trânsito de veículos e nos sistemas de mobilidade urbana. A proposta é de autoria do senador licenciado Eduardo Braga (PMDB/AM) e recebeu voto favorável do relator, senador Fernando Bezerra Coelho (PSB/PE).

Integrante da comissão, a senadora Sandra Braga (PMDB/AM) destacou a importância da aprovação da proposta, que ainda será analisada em decisão final pela Comissão de Constituição e Justiça.

“No momento em que o tempo gasto nos deslocamentos dentro das grandes cidades é motivo de estresse e má qualidade de vida para milhões de brasileiros, o projeto tem um grande mérito de apontar um novo caminho para amenizar esse problema”, ressaltou.

Segundo o autor, a implantação de sistemas de controle de tráfego e semáforos inteligentes, por exemplo, ajudaria na melhoria do fluxo de veículos nas ruas de grandes cidades. Na justificação do projeto, Eduardo Braga citou estudo do Instituto de Pesquisa Aplicada (IPEA), que analisou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), mostrando que o tempo de descolamento de casa para o trabalho piorou nos últimos 20 anos.

“O objetivo do projeto é permitir uma intervenção profunda com visão de longo prazo. A solução do problema de trânsito por meio de grandes obras é muito cara e nem sempre atende às necessidades. O melhor aproveitamento da infraestrutura existente por meio do uso intensivo de novas tecnologias é uma abordagem mais sustentável e muito utilizada em países desenvolvidos. É o chamado “software urbano”, argumentou.

O relator concordou com a justificação e reiterou que é necessário colocar o transporte coletivo como ponto central e que não é possível expandir as vias na mesma proporção do crescimento do transporte individual.

“A utilização de recursos tecnológicos no gerenciamento da mobilidade urbana – como advoga o autor do projeto analisado – constitui um meio tanto para melhorar o trânsito com a infraestrutura que temos hoje, o que beneficiaria também os ônibus urbanos, como para gerenciar uma rede moderna de transportes coletivos, cuja implantação devemos ter como objetivo principal’, ressaltou Fernando Bezerra Coelho no relatório.

Com informações da assessoria de comunicação

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