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Com o tomate entre os produtos mais caros, cesta básica de Manaus teve alta de R$ 4,58% em novembro

O tomate foi o produto com a maior alta no período, 20,28% -  foto: Ione Moreno

O tomate foi o produto com a maior alta no período, 20,28% – foto: Ione Moreno

Com um custo de R$ 352,87, a cesta básica de Manaus continuou, em novembro, a figurar como a décima mais cara entre as 18 cidades onde é realizada a pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

A alta em relação a outubro, quando o conjunto de itens alimentícios essenciais custava R$ 337,42, foi de 4,58%, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (9).

O tomate foi o produto com a maior alta no período (20,28%), entre os 12 que compões a cesta básica local.

Outros sete produtos também apresentaram alta na cesta de Manaus e quatro tiveram queda. O segundo com maior reajuste foi a farinha (13,12%), seguida do óleo (7,29%), do açúcar (2,09%), da carne (1,03%), do pão (0,78%), do café (0,67%) e do leite (0,31%).

Já entre os produtos que apresentaram queda no preço estão a banana (-2,56%), a manteiga (-1,08%), o feijão (-0,61%) e o arroz (-0,42%).

Aumento geral

Em termos nacionais, o valor da cesta básica aumentou em todas as 18 capitais onde é feita a pesquisa do Dieese. As quatro que apresentaram mais avanços foram: Brasília (9,22%); Campo Grande (8,66%), Salvador (8,53%) e Recife (8,52%). A menor correção foi observada em Belém (1,23%).

A capital onde a cesta básica custa mais caro é Porto Alegre (R$ 404,62), que teve alta de 6,26%; seguida por São Paulo (R$ 399,21), com alta de 4,47%; Florianópolis (R$ 391,85), com alta de 3,54% e Rio de Janeiro (R$ 385,80), alta de 7,27%.

Já entre as capitais que apresentam os menores valores estão: Aracaju (R$ 291,80); Natal (R$ 302,14) e João Pessoa (R$ 310,15).

O Dieese estima que o valor mínimo do ganho mensal de um trabalhador, para suprir as necessidades básicas de uma família com quatro pessoas, é R$ 3.399,22. O valor é 4,31 vezes superior ao do salário mínimo em vigor (R$ 788). Em outubro último, o valor tinha sido calculado em R$ 3.210,28, o equivalente a 4,07 vezes o piso mínimo do país.

Por equipe EM TEMPO Online e Agência Brasil

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