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Clássicos atormentam São Paulo, que quebra confiança em ida à Venezuela

No Pacaembu, no domingo, a equipe de Bauza foi superior no primeiro tempo e teve as melhores chances – foto: Rubens Chiri

No Pacaembu, no domingo, a equipe de Bauza foi superior no primeiro tempo e teve as melhores chances – foto: Rubens Chiri

Os clássicos não costumam ajudar o São Paulo a reagir desde a temporada passada. O encontro de domingo contra o Palmeiras, marcado por derrota por 2 a 0, não mudou essa realidade. No fim das contas, Edgardo Bauza falhou na tentativa de recuperar a confiança de seu elenco para o próximo jogo da Copa Libertadores, nesta semana.

Se flertava com a redenção após empate contra o River Plate na quinta passada, a volta ao Pacaembu representou para o São Paulo nova queda contra um de seus rivais. Ao todo, em 16 clássicos desde janeiro de 2015, os são-paulinos venceram apenas dois, empataram outros três e perderam 11 vezes. Vale lembrar, a derrota em casa para o The Strongest na estreia da Libertadores ocorreu justamente após queda em outro clássico, contra o Corinthians.

No Pacaembu, no domingo, a equipe de Bauza foi superior no primeiro tempo e teve as melhores chances. Mas, sem conseguir ser efetiva e sem manter o ritmo na parte final, deu margem para a vitória do Palmeiras. No fim do jogo, o São Paulo se mostrou frouxo na marcação, desatento e apático. A confiança do grupo, que poderia melhorar, segue em baixa.

“Precisa vencer, a gente precisa ganhar jogos. Não tem mais explicação, não tem o que vim falar”, comentou o goleiro e capitão Denis. “É complicado falar. O futebol é um pouco injusto. Tivemos boas chances no primeiro tempo, mas não concluímos. É o que tem acontecido sempre”, lamentou ainda Rodrigo Caio.

Com quase todos os titulares descansados, o São Paulo agora viaja nesta segunda para a Venezuela. Se o empate na Argentina teve seu lado positivo pelo desempenho da equipe, diante do Trujillanos a necessidade é expressa em cima do resultado.

Com apenas um ponto em seis disputados, Bauza sabe que o futuro são-paulino – e dele próprio – na Copa Libertadores depende de três pontos na quarta-feira.

Por Folhapress

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