Economia

Cide comemora 15 anos com 70 empresas amazonenses incubadas

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Cerimônia de comemoração do aniversário da Central de Incubação e Desenvolvimento Empresarial foi realizada na tarde desta quarta-feira (20), na sede da organização – foto: Joandres Xavier

Em 15 anos de atuação, a Central de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (Cide) já impulsionou 70 micro e pequenas empresas amazonenses e gerou 314 empregos diretos na região, conforme seu presidente executivo, José Grosso.

“Dessas 70 empresas incubadas, 23 já foram graduadas [para ir ao mercado]”, disse o dirigente, durante cerimônia em comemoração aos 15 anos do Cide, realizada nesta quarta (20), na sede do órgão, situada no bairro Crespo, Zona Sul de Manaus, com a presença de lideranças do Polo Industrial de Manaus (PIM).

Fundada em 20 de maio de 2000, a instituição registra balanço positivo para a economia amazonense, ao auxiliar micro e pequenas empresas inovadoras, das áreas de biotecnologia, eletrônica e tecnologia da informação, a desenvolverem seus produtos e entrarem no mercado.

Entre as empresas apoiadas pela Central e hoje consagradas pelo mercado local, destacam-se a Pharmakos, a Pronatus, a Rita Prossi Biojoias e a Sapopema, que é do ramo de grãos de guaraná. “Essas empresas se destacaram durante esses 15 anos. Hoje, temos 23 empresas incubadas tentando cumprir os quatro anos para sair ao mercado”, apontou José Grosso.

Apoio ao empreendedorismo

“O papel da incubadora é apoiar aquela empresa ou empreendedor, que está iniciando no mercado, a desenvolver seu projeto aqui dentro”, declarou o empresário português Jorge Neves, que mantém sua empresa incubada na Cide e será premiado pela Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), na próxima sexta (22), como Empreendedor do Ano.

Neves destaca que a receita bruta de uma empresa incubada no Cide pode variar de R$ 300 mil a R$ 1,5 milhão em quatro anos de aprimoração e salientou que a Central agrega valor à empresa no mercado porque ela já sai qualificada.

Ele conta que sua empresa é 100% brasileira e entrou no mercado de pães confeitados no ano de 2010, com o nome ‘Confeitaria Amazônia’, trabalhando apenas com insumos regionais.

“O Cide tem algumas parcerias com instituições como Senai, Fieam, Sebrae, até a própria Suframa. A gente acaba por usufruir de todos esses apoios, o que é fundamental para uma empresa. Eu estava no começo de um negócio, então isso foi muito importante. Uma empresa para entrar no mercado precisa de treinamento, e é isso que o Cide nos dá”, encerrou Jorge Neves.

Com informações da Joandres Xavier (especial EM TEMPO Online)

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