Cultura

Chico Buarque e Cristovão Tezza são semifinalistas do prêmio Oceanos

A premiação destaca obras de poesia e prosa, mas não é dividida em categorias -todos os gêneros concorrerão entre si - foto: reprodução

A premiação destaca obras de poesia e prosa, mas não é dividida em categorias -todos os gêneros concorrerão entre si – foto: reprodução

O “Oceanos – Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa” divulgou nesta quinta-feira (10) sua lista de 63 semifinalistas.

A premiação destaca obras de poesia e prosa (romances, contos, crônicas, relato de viagem e diário), mas não é dividida em categorias -todos os gêneros concorrerão entre si.

Entre os semifinalistas estão Chico Buarque (“O Irmão Alemão”, Companhia das Letras, romance), Cristovão Tezza (“O Professor”, Record, romance), Ivana Arruda Leite (“Cachorros”, Demônio Negro, conto), Nélida Piñon (“A Camisa do Marido”, Record, conto), Alcides Vilaça (“Ondas Curtas”, Cosac Naify, poesia) e Adriana Lisboa (“Parte da Paisagem”, Iluminuras, poesia).

Os colunistas da Folha de S.Paulo Fabrício Corsaletti (“Ela me Dá Capim e Eu Zurro”, Editora 34, crônica) e Alexandre Vidal Porto (“Sérgio Y. Vai à América”, Companhia das Letras, romance) também estão na lista.

A lista completa dos semifinalistas pode ser acessada no site do prêmio (http://www.itaucultural.org.br/oceanos2015/semifinalistas.html).

No total, o prêmio recebeu 592 inscrições. Em novembro, um novo júri irá indicar os 12 finalistas. Os quatro vencedores serão anunciados em dezembro.

O prêmio concederá um total de R$ 230 mil, sendo R$ 100 mil ao primeiro colocado, R$ 60 mil ao segundo, R$ 40 mil ao terceiro e R$ 30 mil ao quarto.

Criado em junho deste ano, o Oceanos substituiu o Prêmio Portugal Telecom, cuja realização foi interrompida neste ano depois que a empresa que lhe dava nome foi vendida da Oi para a francesa Altice, no fim de 2014.

A curadoria do Oceanos é de Selma Caetano, que foi a curadora do Portugal Telecom, mas a empresa parceira agora é o Instituto Itaú Cultural. O curador de literatura do instituto, Claudiney Ferreira, divide a gestão com Selma.

Por Folhapress

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