Dia a dia

Carteiro é encontrado degolado, no Zumbi, Zona Leste

Familiares informaram à polícia que em cima do corpo estava um preservativo lacrado - foto: divulgação

Familiares informaram à polícia que em cima do corpo estava um preservativo lacrado – foto: divulgação

O carteiro Nelson Dias Pereira Filho, 45, foi encontrado nesta quinta-feira (22), degolado, pelo filho de 17 anos, na laje de sua residência, localizada na rua Jauari, bairro Zumbi 3, Zona Leste. Familiares informaram à polícia que em cima do corpo estava um preservativo lacrado, que os bolsos da bermuda estavam revirados e nada foi levado da vítima.

De acordo com os policiais militares da 25ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), o homem foi encontrado por volta das 10h, pelo filho da vítima, um adolescente de 17 anos, que foi até o pai para chamá-lo para almoçar. O corpo apresentava o pescoço degolado. Nenhum objeto que possa ter sido usado para desferir o golpe no pescoço do carteiro, foi localizado pela família.

Um investigador da Delegacia Especializada de Homicídios e Sequestros (DEHS), que preferiu não se identificar, disse que familiares relataram que o carteiro chegou em casa ontem, após à meia noite. “A esposa da vítima, uma mulher de 45 anos, relatou que ele chegou sozinho, por volta das 0h20 em casa – onde moram o casal, o filho deles de 17 anos, o enteado da vítima de 24 anos e a companheira dele – um pouco embriagado e como de costume, subiu para a laje dormir”, disse o investigador.

A polícia informou, ainda, que há hipótese que uma segunda pessoa tenha entrado na casa e cometido o homicídio. “Eles alegaram que nada foi levado da vítima. E disseram que haviam dois cachorros no pátio da casa que não latiram durante a ocorrência do crime. Mas se o fato ocorreu, outra pessoa pode ter entrado na casa, sem causar estranheza aos animais”, explicou o investigador.

As imagens da câmera de segurança de estabelecimentos próximos ao local onde ocorreu o crime serão solicitadas para ajudar nas investigações. Todos os familiares da vítima foram notificados a prestar depoimento à DEHS. Até o fechamento desta edição, nenhum suspeito do crime havia sido identificado.

Por Thaís Gama

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