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Campanha busca eliminar a febre aftosa no Estado

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A ajuda dos pecuaristas é considerada indispensável pela Secretaria de Estado da Produção Rural e Sustentabilidade (Seprors) para inserir o Amazonas na lista das regiões livres da febre aftosa. Sem estrutura para garantir a vacinação do rebanho amazonense, o órgão espera a parceria dos criadores para imunizar 100% os animais.

O secretário da Seprors, Sidney Leite, disse durante o lançamento da campanha de vacinação contra febre aftosa, ontem (11), no município de Careiro Castanho, que a primeira etapa da ação realizada entre os dias 15 de março a 30 de abril, contemplará 41 municípios do baixo e médio amazonas.

A meta é imunizar mais de 445 mil cabeças de gados nas regiões. Já no sul do Estado, que abriga mais de 60% do total do rebanho e que está 100% livre da febre aftosa, a vacinação terá início somente no mês de maio.

“Temos o compromisso com o Brasil de erradicar a febre aftosa do nosso Estado. Isso apresentará um crescimento econômico para o país”, frisou.

Hoje, apenas três Estados da Federação ainda lutam para combater a doença. Amapá, Amazonas e Roraima tiveram nas últimas avaliações realizadas pelo Ministério da Agropecuária, a classificação de médio risco, alcançando 91,52% dos animais vacinados.

Para que os resultados obtidos na campanha sejam positivos, os produtores devem comprar a vacina, vacinar seus animais e declarar a vacinação nos escritórios da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Amazonas (Adaf).

“Quem não comprovar a vacinação, além de ser penalizado financeiramente, será proibido de comercializar os animais. A multa por cada cabeça de boi é de R$ 40”, disse o presidente da entidade, Hamilton Casara.

Já a chefe do departamento animal, Josane Blos, explicou que após a conclusão da campanha de vacinação, os resultados serão avaliados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que emitirá o laudo sobre a erradicação no país.

 

Por Gerson Freitas

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