Holofotes

Camilla Camargo, filha de Zezé, será ‘mãezona’ em ‘Carinha de Anjo’, novela infantil do SBT

A personagem e sua família não existiam na versão original mexicana e foram criados pela autora Leonor Correa, que assina a adaptação brasileira - foto: reprodução

A personagem e sua família não existiam na versão original mexicana e foram criados pela autora Leonor Correa, que assina a adaptação brasileira – foto: reprodução

Camilla Camargo, filha de Zezé Di Camargo e Zilú Camargo, viverá uma “mãezona” em “Carinha de Anjo”, próxima novela infantil do SBT. A atriz será Diana, professora do internato onde vive a protagonista mirim Dulce Maria (Lorena Queiroz).

“Ela é uma supermãezona, uma mulher que cuida da família, que coloca as coisas no trilho. Trabalha, cuida dos filhos, ajuda o marido e está sempre bem disposta. É uma mulher determinada, inteligente e que fala o que pensa”, conta Camilla.

A personagem e sua família não existiam na versão original mexicana e foram criados pela autora Leonor Correa, que assina a adaptação brasileira.

Para Camilla, o fato de ser um papel novo dá maior liberdade para atuar sem ter a preocupação de ajustar o tom ao “estilo realista” das novelas brasileiras.

“Não é um remake e tem essa liberdade de ter mais o formato das nossas novelas, mais familiar para a gente.”

Feliz em trabalhar em um projeto com forte apelo junto ao público infantil, Camilla diz usar sua experiência com crianças para lidar com os atores mirins no set.

“Sou muito apegada a crianças e acho que o fato de ter cinco afilhados e dois sobrinhos ainda colabora ainda mais para isso”, fala. “Eu amo trabalhar para esse público, que é tão sincero e afetivo. Já fiz alguns espetáculos infantis e foi uma delícia.”

Além da novela, Camilla tem um projeto para o cinema, com tom bem diferente.

No longa “Travessia”, a filha de Zezé de Camargo vive Marina, uma jovem solar que entra para o submundo das drogas depois de se envolver com um traficante, vivido por Caio Castro.

“Marina está nessa transição de menina para mulher, se descobrindo. Ela é livre, aberta, uma jovem de classe média alta, que se aventura”, conta. Segundo a atriz, foi desafiador o trabalho. “Foi um desafio criar essa personagem que convive tão perto com o mundo das drogas, que é usuária, algo distante de mim. Sou pé no chão e natureba.”

Por Folhapress

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