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Brasileiro cai do cavalo e Brasil fica sem pódio em concurso completo de equitação

A prova valia para a qualificação individual do CCE e também por equipe - foto: divulgação

A prova valia para a qualificação individual do CCE e também por equipe – foto: divulgação

O cavaleiro brasileiro Ruy Fonseca, 43, levou um tombo nesta terça-feira (9) na prova de salto do hipismo CCE (concurso completo de equitação) após seu cavalo, Tom Bambadill Too, refugar no oitavo obstáculo.

Fonseca foi o primeiro brasileiro a disputar a prova, a terceira da categoria (que inclui também adestramento e cross country). Ele fazia um bom percurso até que, no obstáculo triplo, o cavalo recusou-se a saltar.

“Não sei o que houve, se foi algo que eu fiz. Estávamos numa prova boa. Eu fico desapontado porque meus resultados sempre ajudaram a equipe. Como aconteceu numa Olimpíada, em casa, foi salgado”, disse.

A prova valia para a qualificação individual do CCE e também por equipe. Neste último caso, a nota foi descartada. A equipe brasileira de hipismo CCE terminou em sétimo lugar na Olimpíada, com 280,90 pontos.

Medalhas

No hipismo CCE, os conjuntos (cavalos e cavaleiros) competem em três provas: adestramento, cross country e salto. Os resultados das provas são somados. A disputa é por equipe e individual.

O ouro por equipe ficou com a equipe da França, que marcou 169 pontos. A Alemanha ficou com a prata (172,8 pontos) e Austrália, com o bronze (175,3 pontos).

Após treinar durante o último ciclo olímpico com o cavaleiro Mark Todd, bicampeão olímpico da categoria, a equipe brasileira de CCE sonhava com uma medalha, que seria a primeira do país nessa categoria.

Os brasileiros chegaram à prova de salto ainda com esperança de conquistar um lugar no pódio. Na segunda-feira, a equipe terminou a disputa do cross country —prova velocidade de 6km de percurso, com 33 obstáculos– na quinta posição.

Marcio Appel, montando Iberon Jmen, foi o segundo a entrar na prova, mas derrubou três obstáculos e excedeu o tempo. Já Marcio Jorge, com Lissy Mac Wayer, também excedeu o tempo, além de derrubar dois obstáculo.

Por fim, o último cavaleiro brasileiro, Carlos Parro, melhor colocado individualmente, cometeu três faltas e encerrou as chances de medalha do país na modalidade.

Por Folhapress

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