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Bolsistas denunciam atraso de pagamento da Fapeam

Os recursos são para as mais diversas ações, por exemplo, pesquisas em escolas, consolidação da Pós-graduação e Formação de Recursos Humanos, desenvolvimento de produtos voltados à inclusão social - foto: divulgação

Os recursos são para as mais diversas ações, por exemplo, pesquisas em escolas, consolidação da Pós-graduação e Formação de Recursos Humanos, desenvolvimento de produtos voltados à inclusão social – foto: divulgação

Mais de três mil bolsistas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) estão com suas bolsas de auxilio em atraso desde o final do mês de setembro. Com oitos dias depois da data prevista para cair o pagamento, os estudantes ainda não tem previsão de quando a bolsa será paga.

De acordo com Natália Wagner, representante dos bolsistas do curso de mestrado, essa não é a primeira vez que isso acontece. “Desde alguns anos anteriores que estamos passando por esse problema, e o pior  é que a instituição não nós da nenhuma justificativa sobre o atraso.  Também não dizem se há uma data prevista para se normalizar o pagamento. Temos um contrato de exclusividade e dedicação com a fundação. Não podemos ter nenhum vínculo fora, senão a bolsa é retirada. Temos direitos que precisam ser respeitados”, ressaltou a bolsista.

A equipe EM TEMPO Online entrou em contato com a assessoria de imprensa da Fapeam, que  informou que a instituição está tentando, de todas as formas, resolver o problema o quanto antes, mas não se tem uma data especifica para o pagamento.  A verba é repassada da Fundação para a secretaria de Fazenda do Estado (Sefaz) e, posteriormente, é liberada para a realização do pagamento da folha da Fapeam, mas, a assessoria também afirmou  que não há previsão para a liberação.

Já a assessoria de comunicação da secretaria de Estado e Fazenda (Sefaz),  disse que uma reunião  institucional entre os órgãos e o governo do Estado ocorrerá em breve para se definir uma estratégia para resolver o pagamento  das bolsas.

Os bolsistas frisaram que esses atrasos são decorrentes e que acabam prejudicando todo o andamento de projetos e trabalhos de extensão, pois parte da remuneração é investida  em materiais escolares e de pesquisa.

Por Mairkon Castro

 

1 Comment

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  1. Edivan de Souza Rodrigues

    13 de outubro de 2015 at 11:01

    Na verdade o que se vê é uma disputa pelo poder entre partidos que acabam prejudicando muitos que infelizmente são dependentes de pessoal que não ligam realmente para o que está acontecendo tanto com o povo como com o meio ambiente, apenas visam lucros que vem através de barganhas de empresários e seus interesses que só visam lucros e com isso tudo que víamos ates como por exemplo o tarumá, igarapé do guarenta, lugares que antes não eram poluídos hoje não só pela irresponsabilidade do povo, mais pela má administração que vem se acarreta a anos, fico muito triste em vê que hoje o ser humano não apenas se destrói, mais leva com sigo a nossa rica natureza.

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