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Big Way Fight aposta em lutas femininas para conquistar fãs de MMA

Mayana Kellem e Suelen Nascimento fazem uma das principais lutas da noite - Foto: Divulgação

Mayana Kellem e Suelen Nascimento fazem uma das principais lutas da noite – Foto: Divulgação

Com duas disputas de cinturão e lutas entre 80 atletas profissionais e amadores, a 9º edição do Big Way Fight acontece neste sábado (20) e amanhã (21) a partir das 18h de ambos os dias, no SportBar, localizado na rua rio Madeira, conjunto Vieiralves, Zona Centro-Sul da capital.

Os principais combates ficam por conta da disputa de cinturão do BWF, entre as lutadoras Ketlen Vieira x Estefani Rodrigues, pela categoria peso pena (até 61,9 quilos), e Matheus Ortiz x David Miranda, que disputam cinturão na categoria peso galo (até 57,9 quilos), ambas neste sábado.

Nas demais lutas profissionais de hoje, irão se enfrentar os jovens Geraldo Nogueira x Thiago Cunha, e Luiz Guerreiro x Ivan Luiz.

Amanhã é a vez da segunda luta feminina, entre Mayana Kellem x Suelen Nascimento. Pelo masculino, Naldo Santos vai enfrentar Renildo Santos. Para fechar as lutas profissionais, Osivanio Leão pega Werlleson Ribeiro e Luiz Aranha luta contra Sotero Neto.

Depois das lutas profissionais em cada dia, começa o campeonato de jovens lutadores da categoria amador. Segundo o organizador do evento, Joia Braga, meninos que querem entrar no mundo da luta ganham oportunidade através desta divisão, que dá ao campeão de cada peso o direito de assinar um contrato e lutar profissionalmente no Big Way Fight.

“É um evento que, apesar de estar na 9º edição, já caiu na credibilidade dos atletas. É um evento que já representa um valor ao lutador, como o segundo maior acontecimento de MMA (artes maciais mistas) da cidade”, disse Braga.

As lutas acontecem a cada três meses. Os rounds têm duração de cinco minutos cada. Para o profissional, as lutas terão três rounds. Na categoria amadora, as lutas terão apenas um round, mas devido ao chaveamento do campeonato, cada lutador fará três lutas até ser campeão pelos enfrentamentos diretos.

Braga explicou que o evento vem crescendo, mas ainda são usadas regras que favoreçam o cuidado com o atleta. “Não usamos a regra oficial porque causa muitos danos ainda aos nossos lutadores. Tem que ter bastante estrutura para usar regras iguais ao do UFC por exemplo. Nós contamos com uma ambulância nos eventos, mas quando ela sai com um lutador, o evento tem que ser interrompido. Então mantemos essa cautela”, explicou.

Os ingressos para o evento estão custando R$ 40 (arquibancada), R$ 50 (cadeiras) e R$ 70 (camarote), e podem ser adquiridos no local do evento.

Por Joandres Xavier

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