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Bid aprova empréstimo de R$ 150 milhões para construção de 29 escolas em Manaus

        Com o empréstimo, alunos terão mais vagas na rede pública de ensino – foto: Divulgação

Os US$ 52 milhões, aproximadamente R$ 150 milhões, aprovados para a Prefeitura de Manaus, como empréstimo junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), possibilitarão a construção de 29 unidades escolares e a consequente ampliação de vagas na rede. O financiamento foi solicitado junto ao Banco, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), para a execução do Projeto de Expansão e Melhoria Educacional (Proemem) da rede pública municipal.

Das 29 unidades escolares previstas, 11 serão escolas municipais de Ensino Fundamental, que atenderão 13,8 mil alunos, 11 de Educação Infantil, com capacidade para 4,4 mil crianças e sete creches, que oferecerão 1,2 mil vagas. As novas escolas possibilitarão à Prefeitura de Manaus a redução de prédios alugados para o funcionamento de unidades escolares e ofertarão no total, aproximadamente 20 mil vagas.

Após a assinatura do contrato junto ao BID, a Semed terá cinco anos para a execução das metas estabelecidas pelo Proemem.
Expectativas 
O prefeito de Manaus, Arthur Neto, falou sobre a expectativa em torno dos valores.”Os recursos são frutos de um anseio municipal antigo com o propósito de diminuir a dependência dos alugueis e da herança dos prédios antigos e não adaptados às modernas exigências pedagógicas do ensino atual”, afirmou o prefeito Arthur Neto, que esperou pela autorização por quase três anos.

Segundo a coordenadora do Proemem, Vilma Pessoa, com o financiamento, o objetivo é ampliar nos próximos cinco anos o número de estudantes atingidos. “A meta global é atingir 80 mil estudantes da rede, reduzindo os índices de reprovação e distorção idade-série, que já vêm apresentando queda”.

Índices do Ideb
As escolas da rede pública municipal de Manaus alcançaram a nota de 4,3 no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2015, dos Anos Finais. O resultado foi superior à meta de 3,8 determinada pelo Ministério da Educação (MEC) para a capital amazonense. A projeção do MEC era que a rede alcançasse esse resultado apenas em 2019. A nota representa um crescimento 26% em relação ao último Ideb, em 2013, quando a nota foi de 3,7; o maior dentre as capitais brasileiras.

Com informações da assessoria

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